23/12/2012

Mulher tetraplégica controla braço robótico


Usando apenas seus pensamentos, uma mulher tetraplégica conseguiu controlar um braço-robô com aquela que é considerada a prótese de mão mais avançada já desenvolvida e testada.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, o dispositivo permite um "grau de controle e liberdade de movimentos" que nunca havia sido atingido com esse tipo de prótese. Eles dizem que o aparelho tem amplitude e variedade de movimentos similares aos de uma mão natural.

O braço-robô foi testado por uma voluntária de 52 anos, que há 13 foi diagnosticada com degeneração espino cerebelar, que a fez perder os movimentos do pescoço para baixo.
Os cientistas fizeram uma cirurgia para a implantação de eletrodos conectados ao córtex motor, área ligada aos movimentos, da paciente. 

Depois de duas semanas, eles começaram uma espécie de fase de treinamento de estimulação para que ela pudesse operar a prótese.
O braço mecânico ficou próximo à cadeira de rodas da paciente. Mas, a rigor, ele poderia também estar fisicamente distante.

O treinamento durou 13 semanas, mas a voluntária já foi capaz de executar livremente movimentos em três dimensões já no segundo dia de testes com o braço-robô. Na décima terceira semana, ela já conseguia fazer tarefas bem mais complexas, como empilhar objetos.

"O grande diferencial desse trabalho é a variedade e a complexidade dos movimentos alcançados pela voluntária", avalia Daniel Rubio, fisiatra e diretor clínico da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, unidade Morumbi. Com eletrodos no cérebro, cientistas fizeram com que tetraplégica executasse movimentos complexos com prótese.

"A mão humana tem muitas complexidades. Conseguir afinar todas essas capacidades com os impulsos elétricos é o grande desafio". Andrew Schwartz, professor da Universidade de Pittsburgh e autor principal do trabalho, publicado hoje na revista especializada "Lancet", destacou sua metodologia.

"A maioria das próteses controladas pela mente atingiram seus objetivos usando um algoritmo que envolve o trabalho de uma 'biblioteca' complexa de conexões entre o computador e o cérebro. No entanto, nós tentamos uma abordagem completamente diferente", explica.

"Usamos um algoritmo de computador baseado em um modelo que mimetiza de maneira muito próxima o jeito como um cérebro intacto controla o movimento do membro. O resultado é uma prótese de mão que pode ser movida de forma bem mais acurada e natural do que em esforços anteriores", conclui.

O tratamento ainda está em fase experimental, mas os cientistas já pensam na próxima etapa: eles querem que a prótese tenha alguma resposta sensorial, como ao calor ou ao frio.

Fonte: GIULIANA MIRANDA - FOLHA DE SÃO PAULO

    17/12/2012

    Faltam Engenheiros e Técnicos no Brasil


    Todos os anos no Brasil, mais de 20 mil postos de trabalho no setor engenharia ficam em aberto porque não se formaram profissionais suficientes para preenchê-los. Para lidar com esse déficit, faculdades vêm criando cursos mais voltados para áreas específicas (como petróleo) e institutos fazem parcerias como a fechada entre o Senai e o Massachusetts Institute of Technology (MIT) para operar centros de inovação no Brasil.
    Mas não é apenas neste setor que há falta de profissionais. Segundo um estudo feito pela consultoria ManpowerGroup, 71% dos empregadores entrevistados no país dizem ter dificuldade para preencher postos nas mais diversas áreas - de motoristas a profissionais de tecnologia.
     
    O dado fez com que o país ocupasse o segundo lugar entre os 41 países analisados - atrás apenas do Japão, onde 81% dos patrões sofrem mais para contratar, enquanto a média global é de 34%. "De acordo com nossa pesquisa, a dificuldade de se preencher vagas no Brasil vem crescendo a cada ano. Do ano passado para cá, houve um crescimento de 15% na dificuldade relatada pelos empregadores em contratar", afirma o diretor da Manpower Group no Brasil, Riccardo Barberis.
     
    Barberis ressalta que a escassez se dá tanto na quantidade de profissionais como na qualidade deles, no caso de vagas que exigem conhecimentos específicos, e atinge cargos de nível superior e técnico.
     
    Técnicos 
    É no campo técnico que os empregadores mais enfrentam dificuldade para encontrar profissionais. E a escassez permeia todas as áreas técnicas, de automação a edificações, de eletrônica a alimentos e bebidas.
     
    Segundo Barberis, no passado o curso técnico no Brasil era considerado um plano B, uma segunda opção. E por isso o investimento na área foi prejudicado, sendo incapaz de suprir a demanda atual. O que fazer? Já se sabe hoje que os cursos técnicos oferecem uma oportunidade profissional mais rápida e, por isso, eles vem sendo valorizados e ganhando investimentos. Os especialistas concordam que o Brasil está caminhando na direção certa nesse setor.
     
    "Mas diante da carência estrutural do mercado brasileiro, é preciso investir mais nessas políticas", afirma Barberis, citando o exemplo da Alemanha, que investe pesado em escola técnicas e é hoje um dos países na zona do euro com menor taxa de desemprego.
     
    Engenheiros
    Uma pesquisa da consultoria PageGroup ilustra bem essa escassez. De mil oportunidades de emprego analisadas, 38% eram na área de engenharia. Boom na economia, a descoberta do pré-sal e megaeventos esportivos vêm alavancando o setor. Para uma demanda estimada de 350 mil engenheiros civis, calculada a partir dos investimentos projetados pelo governo federal para os próximos dois anos, as universidades do país formarão no máximo 60 mil.
     
    Para Marcelo De Lucca, diretor da PageGroup, faltou planejamento por parte do governo e das instituições de ensino. Ele cita ainda algumas das áreas da engenharia em que as faculdades voltaram a investir, como geologia, um setor que estava estagnado e que agora voltou a crescer.
     
    De Lucca diz acreditar que as faculdades agora estão correndo para se atualizar e reverter esse cenário de falta de profissionais.
     
    "As universidade começaram a se reposicionar em relação à demanda do mercado de trabalho", afirma. "Mas isso leva tempo para dar resultado, já que esses jovens vão se formar apenas em quatro ou cinco anos."
     
    Fonte: BBC Brasil

    05/12/2012

    Características e classificação dos Aços

    São os materiais metálicos quantitativamente mais empregados na indústria. São ligas ferro-carbono, podendo ter elementos de liga adicionados propositadamente ou residuais (decorrentes do processo), dependendo das propriedades necessárias. Depois do ferro, o carbono é o elemento mais importante, que é o determinativo do aço. A quantidade de carbono é um dos principais fatores que definem a classificação em aço doce ou duro.Os outros principais elementos de liga encontrados em todos os tipos de aço, em maior ou menor quantidade, são o silício, o manganês, o fósforo e o enxofre. São empregados em equipamentos para a indústria mecânica, como em veículos de transporte de toda natureza, aparelhos elétricos e eletrônicos, eletrodomésticos e em máquinas em geral, além de ter grande aplicação na construção civil.

    Chamado também de aço especial - o aço liga - é composto de uma liga de ferro-carbono com elementos de adição (níquel, cromo, manganês, tungstênio, molibdênio, vanádio, silício, cobalto e alumínio) para conferir a esse aço características especiais, tais como: resistência à tração e à corrosão, elasticidade e dureza, entre outras, tornando-os melhores do que os aços-carbono comuns. 

    A adição de elementos de liga tem o objetivo de promover mudanças microestruturais que, por sua vez, promovem mudanças nas propriedades físicas e mecânicas, permitindo que ao material desempenhar funções específicas. 
    Os aços-liga costumam ser designados de acordo com os elementos predominantes, como, por exemplo, aço-níquel, aço-cromo e aço-cromo-vanádio. Seguem a mesma classificação dos aços-carbono, dividindo-se também em graus, tipos e classes. Os sistemas de classificação também são os mesmos, destacando-se os sistemas SAE, AISI, ASTM e UNS. 
    Os aços-liga podem ser encontrados em praticamente todos os segmentos industriais, desde a construção civil até a construção naval, passando pelas indústrias petrolífera, automobilística e aeronáutica. 
    Aços de alta liga são aqueles cuja soma dos elementos ultrapassa 5%. Três grupos podem representar os aços ligados: aços temperados e revenidos, aços tratáveis termicamente e aços resistentes à corrosão e ao calor.


    O AISI  (American Iron Steel Institute) é o sistema americano para a classificação dos aços. Na prática, o sistema de classificação mais adotado é o SAE-AISI. Nele, o aço carbono é identificado pelo grupo 1xxx. 
    Os algarismos base para os vários aços-carbono e aços ligados e as porcentagens aproximadas dos elementos de liga mais significativos recebem classificação da seguinte forma:

  • 10xx - aços-carbono;
  • 11xx - aços-carbono com muito enxofre e pouco fósforo;
  • 12xx - aços-carbono com muito enxofre e muito fósforo;
  • 13xx - manganês (1,75%);
  • 23xx - níquel (3,5%);
  • 25xx - níquel (5%);
  • 31xx - níquel (1,5%), cromo (0,6%);
  • 33xx - níquel (3,5%), cromo (1,5%);
  • 40xx - molibdênio (0,2 ou 0,25%);
  • 41xx - cromo (0,5; 0,8 ou 0,95%), molibdênio (0,12; 0,2 ou 0,3%);
  • 43xx - níquel (1,83%), cromo (0,5 ou 0,8%), molibdênio (0,25%);
  • 44xx - molibdênio (0,53%);
  • 46xx - níquel (0,85 ou 1,83%), molibdênio (0,2 ou 0,25%);
  • 47xx - níquel (1,05%), cromo (0,45%), molibdênio (0,25%);
  • 48xx - níquel (3,50%), molibdênio (0,25%);
  • 50xx - cromo (0,28% ou 0,40%);
  • 51xx - cromo (0,80, 0,90, 0,95, 1,00 ou 1,05%);
  • 61xx - Cromo (0,80 ou 0,95%), vanádio (0,10 ou 0,15%);
  • 86xx - Níquel (0,55%), cromo (0,50 ou 0,65%), molibdênio (0,20%);
  • 87xx - Níquel (0,55%), cromo (0,50%), molibdênio (0,25%);
  • 92xx - Manganês (0,85%), silício (2,00%);
  • 93xx - Níquel (3,25%), cromo (1,20%), molibdênio (0,12%)
  • 94xx - Manganês (1,00%), níquel (0,45%), cromo (0,40%), molibdênio (0,12%);
  • 97xx - Níquel (0,55%), cromo (0,17%), molibdênio (0,20%);
  • 98xx - Níquel (1,00%), cromo (0,80%), molibdênio (0,25%);

  • Os dois números representados pelas letras "xx" indicam a quantidade de carbono do aço. Por exemplo: o aço 1020 apresenta 0,2% de carbono. 
    Os aços que possuem requisitos de temperabilidade adicionais recebem um H após a sua classificação.

    04/12/2012

    Laboratório Brasileiro de Excelência em Tecnologia de Soldagem


    A Petrobras assinou na última terça-feira (27) termo de cooperação com o Senai, no valor de R$ 11,5 milhões, para implantação do Laboratório Brasileiro de Excelência em Tecnologia de Soldagem, no Rio de Janeiro (RJ). A estrutura atenderá às necessidades de pesquisa, desenvolvimento e qualificação de processos da área e será o primeiro laboratório deste tipo na América Latina.
    O investimento em processos de soldagem caracteriza um avanço para a implantação de projetos do segmento de petróleo, já que a atividade é considerada essencial em diversas obras em construção no Brasil. As tecnologias desenvolvidas no laboratório contribuirão para o aumento da produtividade, impactando positivamente os custos e a entrada em operação de empreendimentos. 
     
    A infraestrutura inclui processos robotizados e tecnologia a laser que permitem desenvolver conhecimentos e técnicas inéditas de soldagem e montagem para dutos, equipamentos e chapas. Tais recursos possibilitarão ao Senai se posicionar entre os mais conceituados laboratórios de soldagem do mundo e dar suporte às demandas do mercado de óleo e gás com soluções antes desenvolvidas fora do país. Além disso, será possível multiplicar os conhecimentos acumulados com a formação de mão de obra especializada, cada vez mais demandada pelo mercado nacional. 

    O termo de cooperação tem duração de 36 meses. 

     
    Integrante do Programa Tecnológico de Transporte (Protran), da Petrobras, o laboratório será instalado no Centro de Tecnologia Senai Solda, no Maracanã. O início das atividades está previsto para o primeiro semestre de 2013. O termo de cooperação tem duração de 36 meses. 

    Fonte: Assessoria de imprensa

    26/11/2012

    Cresce a tendência da aplicação do alumínio na fabricação de motores


    A tendência da indústria automotiva é utilizar cada vez mais alumínio na fabricação de todo o motor (cabeçote, bloco e cárter), uma vez que o metal mais leve ajuda a reduzir o peso do veículo, que a cada dia passa a agregar mais conteúdo, seja por questões de segurança (como a obrigatoriedade do air bag e freios ABS, em 2014), ou por motivos de conforto.
    Redução de peso garante economia de combustível e menor índice de emissões de CO2, e favorece a performance do torque e a potência dos veículos, mas a leveza do alumínio não é a única vantagem do metal na fabricação de componentes automotivos.

    Fabricação do bloco do motor em alumínio

    Com o alumínio nos motores, em substituição ao ferro fundido, o comportamento acústico e térmico é superior (uma vez que possui maior capacidade de absorção de ruídos e vibrações, e de dissipação do calor), e há ganhos de agilidade e de melhoria nos processos produtivos, pois  é possível produzir peças de maior complexidade construtiva, precisão dimensional e melhor usinabilidade, não havendo a necessidade de pintura ou outros tratamentos de superfície, gerando economia e permitindo melhor acabamento superficial com excelente resistência à corrosão.

    Outro benefício do alumínio é o fato de ser 100% reciclável, infinitas vezes e a baixo custo, apresentando ainda elevado valor residual. Assim, blocos de motor fabricados em alumínio oferecem menor impacto ambiental que os produzidos com ferro fundido. 

    Porém, todo benefício tem um custo e a diferença de preço entre o alumínio e o ferro fundido muitas vezes norteou as montadoras nacionais pela opção mais barata, o ferro fundido, principalmente nos modelos de menor valor agregado, como os veículos compactos populares.

    A Peugeot quebrou este paradigma com o 207, ao entregar ao consumidor um veículo compacto com motor 1.4 l, 100% em alumínio. Outro compacto que segue esta mesma linha, porém de segmento mais elevado, é o Citroën C3.

    Para reforçar este coro, a Toyota optou em utilizar o metal no Etios, o primeiro veículo compacto popular da montadora no Brasil, que utiliza motores com bloco, cabeçote e carter de alumínio. São propulsores 1.3l e 1.5l, que equipam duas versões do Etios, hatchback e sedã. Em tempo, a Toyota aplica alumínio nos motores 1.8l e 2.0l que equipam o sedã médio Corolla, produzido em Indaiatuba (SP) desde 1998.

    A proposta da Toyota é comercializar 70 mil unidades do Etios por ano e, com as projeções de mercado sempre em alta, decidiu investir em uma fábrica de motores no município de Porto Feliz (SP), onde fará, a partir de 2015, os propulsores 1.3l e 1.5l do Etios, e os 1.8l e 2.0l do Corolla, com uma capacidade anual prevista de cerca de 200.000 unidades.

    De acordo com o diretor comercial da Metalur e Tecal Alumínio, Luiz Alberto Lopes, os motores da Toyota serão fundidos internamente. “Tal como faz a Honda para quem fornecemos metal líquido”, comenta. Além de fornecer para Honda, a Metalur também abastece a Magal, que produz blocos de alumínio para a PSA - Peugeot Citroën, e parte do metal utilizado pela Nemak, que funde blocos de alumínio para a Ford.

    A tendência, segundo Lopes, de consumo do alumínio para fabricação de motores no Brasil é de crescimento. “Em 3 a 4 quatro anos acredito que todas as montadoras deixarão de usar o ferro fundido e passarão a utilizar o alumínio”, comenta o executivo, ao explicar que o maior incentivo é a conquista dos índices de eficiência energética e, consequentemente, emissões de gases. “A produção brasileira de blocos de alumínio ainda é pequena se comparada com o volume de veículos leves comercializados, assim, ainda há espaço para triplicar o consumo do metal”, avalia.

    Lopes comenta ainda que outras montadoras também tem planos de iniciar a produção de motores com cabeçote e bloco de alumínio, como a Nissan, que em breve deve inaugurar uma nova planta em Resende (RJ).
    Já a General Motors deve estar com sua  nova fábrica de motores em Joinville (SC) funcionando com capacidade total, que significa produção de 120 mil blocos e 200 mil cabeçotes por ano, até o final de 2013. Os componentes irão abastecer as plantas de Gravataí (RS) e Rosário, na Argentina. De acordo com informações do site Auto Segredos, blocos e cabeçotes serão confeccionados em alumínio.

    Apesar de a GM não comentar oficialmente o fato, rumores dão conta de que lá serão produzidos três motores: 1.2l S-TEC II, o 1.6l 16v Ecotec e o 1.8l 16v Ecotec. O primeiro não existe em nenhum modelo no Brasil, mas aplicado no Chevrolet Aveo, feito na Coréia do Sul, que por aqui é chamado de Chevrolet Sonic, e vem com o motor Ecotec 1.6l 16v, que tem apenas o cabeçote e o cárter em alumínio, sendo o bloco em ferro fundido.

    O mesmo ocorre com o motor 1.8l 16v Ecotec que equipa os Chevrolet Cruze e Cruze Sport6 (cabeçote e cárter em alumínio e bloco em ferro fundido). Assim, se as informações estiverem corretas, tudo leva a crer que em breve Sonic e Cruze terão upgrade em termos de motorização.

    Fato é que o uso do alumínio em blocos de motores não é uma novidade, uma vez que Honda, Peugeot, Citroën e mais recentemente a Ford investiram na produção de propulsores 100% em alumínio.

    A Honda utiliza alumínio como matéria-prima dos motores desde 2008, na planta em Sumaré (SP). Antes disso, em 2004, a Peugeot passou a fabricar em Porto Real (RJ) motores 1.4l com bloco de alumínio, e mais recentemente, em 2010, foi a vez da Ford investir em blocos de alumínio, na fábrica em Taubaté, onde produz o Sigma 1.6l.

    Fonte: Aluauto, com adaptações.

    23/11/2012

    APOSTILA DIGITAL DNIT PARA TÉCNICO ADMINISTRATIVO


    A Escola de Administração Fazendária e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT, divulgam e estabelecem normas específicas para abertura das inscrições e realização de concurso público destinado a selecionar candidatos para o provimento de 144 vagas:
    • Nível Médio: Técnico Administrativo
    Da remuneração inicial do cargo:
    • Técnico Administrativo: Até R$ 2.507,30
    Da Inscrição:
    A inscrição será efetuada, exclusivamente via Internet, no endereço eletrônico www.esaf.fazenda.gov.br, no período compreendido entre 10h do dia 12 de novembro até às 23h59min do dia 30 de novembro de 2012, considerado o horário de Brasília-DF, mediante o pagamento da taxa a ela pertinente, por meio de boleto eletrônico, pagável em toda a rede bancária.
    As provas objetivas, para todos os cargos, serão aplicadas nas cidades de Aracaju-SE, Belém-PA, Belo Horizonte-MG, Boa Vista-RR, Brasília-DF, Campo Grande-MS, Cuiabá-MT, Curitiba-PR, Florianópolis-SC, Fortaleza-CE, Goiânia-GO, João Pessoa-PB, Macapá-AP, Maceió-AL, Manaus-AM, Natal-RN, Palmas-TO, Porto Alegre-RS, Porto Velho-RO, Recife-PE, Rio Branco-AC, Rio de Janeiro-RJ, Salvador-BA, São Luís-MA, São Paulo-SP, Teresina-PI, Vitória-ES, na data provável de 20 de janeiro de 2013.

    APOSTILA ESPECÍFICA PARA O CARGO

    TÉCNICO ADMINISTRATIVO

    CONTEÚDO COMPLETAMENTE DE ACORDO COM O EDITAL
    - Conhecimentos Gerais
    - Língua Portuguesa
    - Raciocínio Lógico-quantitativo
    - Direito Constitucional
    - Direito Administrativo
    - Conhecimentos Básicos de Administração Financeira e Orçamentária
    - Conhecimento Específicos

    Material Digital via Email 
    Entrega Imediata Após a Confirmação do Pagamento
    R$ 11,90


      Quant.:
        
      Frete Grátis

      Se preferir pode efetuar depósito bancário! Basta escolher seu curso e depositar o valor correspondente utilizando os dados abaixo:

      Banco: Caixa Econômica Federal ou Lotéricas.
      Agência: 0068
      Conta Poupança: 013.234688-8
      Favorecido: Carlos José dos Santos Filho.

      Após o depósito informe seus dados para envio do curso


    20/11/2012

    APOSTILA DIGITAL DNIT PARA TÉCNICO DE SUPORTE - ÁREA ESTRADAS


    A Escola de Administração Fazendária e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT, divulgam e estabelecem normas específicas para abertura das inscrições e realização de concurso público destinado a selecionar candidatos para o provimento de 604 vagas:
    • Nível Médio: Técnico de Suporte em Infraestrutura de Transportes - Estradas.
    Da remuneração inicial do cargo:
    • Técnico de Suporte em Infraestrutura de Transportes: Até R$ 3.545,88

    CONTEÚDO DA APOSTILA

    LÍNGUA PORTUGUESA 

    - Compreensão de textos.
    - Ortografia.
    - Semântica.

    - Morfologia.

    - Sintaxe.
    - Pontuação.
    - Nova ortografia


    RACIOCÍNIO LÓGICO-QUANTITATIVO

    - Estruturas lógicas e diagramas lógicos.
    - Lógica de argumentação: analogias, inferências, deduções e conclusões.

    - Lógica sentencial (ou proposicional): proposições simples e compostas; tabelas-verdade; equivalências; leis de De Morgan;

    - Lógica de primeira ordem.
    - Princípios de contagem e probabilidade.
    - Operações com conjuntos.

    DIREITO CONSTITUCIONAL

    - Constituição: conceito, classificações, princípios  fundamentais.
    - Direitos  e garantias fundamentais: direitos e deveres individuais e coletivos, direitos sociais, nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos.

    - Organização político-administrativa: União, Estados, Distrito Federal, municípios e territórios.

    - Administração pública: disposições gerais, servidores públicos.
    - Poder Legislativo: Congresso Nacional, Câmara dos Deputados, Senado Federal, deputados e senadores.
    - Poder Executivo: atribuições do presidente da República e dos ministros de Estado.
    - Poder Judiciário.
    - Disposições gerais.
    - Órgãos do Poder Judiciário: competências.


    DIREITO ADMINISTRATIVO

    - Conceito de administração pública sob os aspectos orgânico, formal  e material.
    - Fontes do Direito Administrativo: doutrina e jurisprudência,  lei formal, regulamentos administrativos, estatutos e regimentos, instruções, tratados internacionais, costumes. Princípios da administração pública.

    - Administração pública direta e indireta. Órgãos e entidades. Centralização e descentralização da atividade administrativa do Estado. Empresas públicas e sociedades de economia mista. Autarquias e fundações públicas.

    - Agentes públicos. Servidores públicos em sentido amplo e em sentido restrito. Servidores públicos temporários. Servidores públicos federais estatutários. Empregados públicos. Disciplina constitucional dos agentes públicos. Legislação federal aplicável aos agentes públicos.
    - Improbidade  administrativa.
    - Atos administrativos. Requisitos de validade. Atributos. Classificações. Convalidação. Extinção.
    - O processo administrativo em  âmbito federal.
    - Poderes administrativos.
    - Licitações públicas e contratos administrativos. Sistema de Registro de Preços. Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores. Pregão presencial e eletrônico e demais modalidades de licitação.
    - Bens públicos. Regime jurídico. Classificações. Uso de bens públicos por particulares. Uso privativo dos bens públicos.
    - Controle da administração pública.
    - Sistemas administrativos.


    CONHECIMENTOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

    - Orçamento Público: características do orçamento tradicional, do orçamento-programa e do orçamento de desempenho.
    - Princípios orçamentários.

    - Leis Orçamentárias: PPA, LDO, LOA.

    - Orçamento fiscal e de seguridade social.
    - Orçamento na Constituição Federal de 1988.
    - Conceituação e classificação da receita e da despesa orçamentária brasileira.
    - Execução da receita e da despesa orçamentária.
    - Créditos Adicionais.
    - Cota, provisão, repasse e destaque.

    APOSTILA ESPECÍFICA PARA O CARGO

    TÉCNICO DE SUPORTE EM INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES  ÁREA ESTRADAS

    CONTEÚDO COMPLETAMENTE DE ACORDO COM O EDITAL
    - Conhecimentos Gerais
    - Língua Portuguesa
    - Raciocínio Lógico-quantitativo
    - Direito Constitucional
    - Direito Administrativo
    - Conhecimentos Básicos de Administração Financeira e Orçamentária
    - Conhecimento Específicos

    Material Digital via Email 
    Entrega Imediata Após a Confirmação do Pagamento

    R$ 11,90



      Se preferir pode efetuar depósito bancário! Basta escolher seu curso e depositar o valor correspondente utilizando os dados abaixo:

      Banco: Caixa Econômica Federal ou Lotéricas.
      Agência: 0068
      Conta Poupança: 013.234688-8
      Favorecido: Carlos José dos Santos Filho.






    18/11/2012

    Presidenta Dilma anuncia aumento de vagas no ensino técnico em 2014

    A presidenta Dilma Roussef disse na quarta-feira (14) que o governo quer acertar cada vez mais parcerias com setores privados para ampliar o número de vagas no ensino profissionalizante. Segundo informações da Agência Brasil de notícias, Dilma salientou que essa união “dá um passo para assegurar mais competitividade ao país no mercado internacional”.

    “Agregar conhecimento é o grande diferencial do século 21”, disse, ao discursar na 7ª Olimpíada do Conhecimento, evento que prossegue até o próximo dia 18, no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi, na zona norte da cidade. “São momentos como este que mostram que o nosso país vem avançando no modo correto, que é o rumo da educação”, acrescentou.

    Para a presidenta, tem sido exitoso o investimento no Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), instituído em parceria com o Sistema S (Sesi, Senai, Senac e Sesc), na formação de jovens em cursos técnicos profissionalizantes. De acordo com Dilma, a meta é ofertar 8 milhões de vagas até 2014. A abertura da maior parte dos 2,2 milhões de vagas, em pouco mais de um ano, ocorreu graças à parceria com a indústria.

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    Dilma salientou que essa união dá um passo para assegurar mais competitividade ao país 
    Foto: Shutterstock.com
                                                         




    Durante a visita da presidenta, foi assinado documento para que São Paulo sedie a Competição Mundial de Formação Profissional, WorldSkills, em 2015. Dos 640 estudantes que participam da Olimpíada, 42 serão selecionados para a edição do evento do ano que vem, em Leipzig, na Alemanha, quando 216 estudantes de 20 países das Américas irão disputar em 34 ocupações profissionais. Na edição anterior, em Londres, o Brasil ficou em segundo lugar, atrás apenas da Coreia do Sul.

    16/11/2012

    Curso de Engenharia de Produção em Itabuna - Ba

    Apresentação do Curso
    Com as revoluções tecnológicas e as novas formas de organização do trabalho na produção, os engenheiros precisam, cada vez mais, desenvolver habilidades administrativas e gerenciais, como a gestão de projetos, a gestão de tecnologia e a gestão de pessoas; o planejamento estratégico, mercadológico e de marketing, aliados à parte técnica, ao empreendedorismo e o cuidado com meio-ambiente e com a produção cada vez mais limpa.

    O curso de Engenharia de Produção visa formar profissionais generalistas, com base científica e conhecimentos amplos e abrangentes em todas as áreas da produção, considerando os aspectos humanos e sociais, econômicos, materiais, energéticos, tecnológicos e ambientais, para atender as demandas de empresas industriais e de serviços.

    Perfil do Profissional
    O engenheiro de produção deve dedicar-se ao projeto, implementação, operação, controle, gerenciamento e melhoria dos sistemas produtivos, através de ferramental matemático e tecnológico para tomada de decisões administrativas e estratégicas que privilegiem sua empresa, sem desconsiderar o meio-ambiente. Sendo assim, o egresso em engenharia de produção da UNISA deverá ter o seguinte perfil:
    1. Capacidade para compreender as inter-relações dos sistemas produtivos com o meio ambiente, levando em conta a responsabilidade socioambiental;
    2. Capacidade de integrar recursos materiais, humanos, informações e tecnologia para melhorar processos produtivos;
    3. Capacidade para desenvolver projetos e viabilizar produtos, bem como seu processo produtivo para as mais variadas necessidades;
    4. Capacidade para administrar uma empresa com visão estratégica de manufatura e de mercado.

    Título do Graduado
    Engenheiro de Produção.

    Mercado de Trabalho
    O engenheiro de produção é habilitado para trabalhar em indústrias dos mais diversos setores: agroindústria, empresas de prestação de serviços, como mercado financeiro, empresas de comércio, hospitais, consultorias, instituições de pesquisa e ensino e órgãos governamentais.

    Público-Alvo
    Candidatos portadores de certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.

    Duração do Curso
    5 anos.

    Dia e horário da aula presencial via satélite no Polo (horário de Brasília)
    O Curso de Engenharia de Produção na modalidade EaD possui turmas com aulas presencias transmitidas ao vivo (via satélite), que são ministradas no polo em que o aluno estiver matriculado nos seguintes dias da semana: 4ª-feira, das 19h30 às 22h50, 5ª-feira, das 19h30 às 22h50 ou sábado, das 8h às 11h20. Você escolhe uma das turmas e frequenta as aulas uma vez por semana, com presença obrigatória. A frequência exigida para aprovação é de 75%, conforme legislação vigente. Existem também aulas práticas (de laboratório) que são agendadas pelo polo. 

    Aulas Práticas
    As aulas de laboratório são imprescindíveis para a formação de um engenheiro. Elas permitem a realização de atividades práticas por parte dos alunos do curso e servem de suporte às atividades complementares e de pesquisa inerentes às suas especificidades. Essas aulas são realizadas nos polos, em dias previamente estabelecidos e serão acompanhadas por tutores com formação específica na disciplina ministrada. 
    Clique aqui e veja nossa Metodologia. 

    Formas de ingresso no curso
    • Se você já possui uma graduação, não é necessário realizar o vestibular. Você pode ingressar como portador de diploma. Para obter todas as informações necessárias para o ingresso e aproveitamento de disciplinas, Clique aqui
    • Se você está matriculado atualmente em outra Instituição e deseja efetuar transferência para a UNISA, clique aqui e veja a relação de documentos necessários para a realização do processo de transferência.
    • Se você não concluiu um curso superior integralmente e não está matriculado em nenhuma Universidade, mas possui créditos advindos de outra Instituição, poderá realizar o ingresso por meio do processo seletivo e solicitar o aproveitamento de estudos, após o seu ingresso. Clique aqui para ver processo seletivo com inscrições abertas.
    Fale com a Coordenação:
    cursoengproducaoead@unisa.br

    10/11/2012

    O que é Produção Puxada?


    Do inglês "pull system", a produção puxada controla as operações fabris sem a utilização de estoque em processo. Neste modelo, diferentemente da produção empurrada, o fluxo de materiais ganha relevante importância. Aqui, a demanda gerada pelo cliente é o "start" da produção. O controle de o que, quando e como produzir é determinado pela quantidade de produtos em estoque. Assim, a operação final do processo "percebe" a quantidade de produtos vendidos aos clientes, e que, naturalmente, saíram do estoque, e as produz para repor o consumo gerado.
    Desta forma, cada processo produtivo "puxa" as peças fabricadas no processo anterior, eliminando, assim, a programação das etapas do processo produtivo através do MRP. Neste tipo de produção o consumo do cliente é que determina a quantidade produzida, gerando o que chamamos de sistema com nível mínimo de inventário.
    A produção puxada surgiu em um cenário onde a qualidade começou a determinar a compra de um produto e a demanda deixou de ser infinita. Assim, tornou-se necessário um modelo produtivo mais avançado e menos estático.

    Por fim, faz-se importante ressaltar que é possível utilizar este dois tipos de sistema produtivo em um único sistema, com produção puxada e empurrada em pontos distintos do processo. Esta integração dá-se com a utilização do Sistema Kanban em harmonia com o MRP, entre outros.

    08/11/2012

    O que é Produção Empurrada?


    Do inglês "push system", o sistema de Produção Empurrada é determinado a partir do comportamento do mercado. Neste modelo, a produção em uma empresa começa antes da ocorrência da demanda pelo produto. Ou seja, a produção depende de uma ordem anteriormente enviada, geralmente advinda de um sistema MRP (Material Requirement Planning). Após o recebimento de tal ordem, é feita a produção em lotes de tamanho padrão. Aqui não existe qualquer relação com a real demanda dos clientes da empresa.
    O chamado fluxo contínuo de produção também não tem importância neste modelo de produção, uma vez que a produção ocorre isoladamente em cada unidade fabril utilizada no processo. Desta forma, é enviada uma ordem de produção ao setor responsável, que produz os itens e depois os "empurra" para a próxima etapa do processo produtivo, daí o nome "produção empurrada". O controle do que deve ser produzido, qual quantidade e em que momento, é realizado pelo MRP.
    Os lead times deste tipo de produção precisam ser conhecidos antecipadamente, uma vez que as quantidades produzidas sem o conhecimento da real demanda dependerão dos materiais fornecidos. A produção empurrada é conhecida como um sistema de inventário zero, mesmo isto não sendo um fato real.
    Este modelo de produção surgiu no início da era industrial, onde a qualidade dos produtos não importava muito, uma vez que existia uma demanda praticamente infinita em um mercado sem competição. O volume dos produtos produzidos para atender à esta demanda era a única preocupação das indústrias.
    Produção puxada e empurrada   Conceito e aplicação
    Linha de Produção
    Quando da implementação de um Sistema Kanban em uma empresa adepta da produção empurrada, a primeira medida a ser tomada é a mudança deste sistema para o sistema de produção puxada, onde, só então são implantados os controles visuais de produção e estoque, característicos do Sistema Kanban.

    05/11/2012

    O que é Revenimento?


    Revenimento é o tratamento térmico que se faz nos aços já temperados, com a finalidade de diminuir a sua fragilidade, isto é, torná-lo menos quebradiço. 

    O revenimento é feito aquecendo-se a peça temperada até uma certa temperatura resfriando-a em seguida. As temperaturas de revenimento são encontradas em tabelas e para os aços ao carbono variam entre 210 ºC e 320 ºC. 


    Fases do Revenimento: 


    1ª Fase – Aquecimento:  


    Feito geralmente em fornos controlando-se a temperatura com pirômetro. Nos pequenos trabalhos o aquecimento pode ser feito apoiando-se a peça polida, em um bloco de aço aquecido ao rubro. 


    O forte calor que desprende do bloco, aquece lentamente a peça, produzindo nesta uma coloração que varia à medida que a temperatura aumenta. Essas cores, as quais possibilitam identificar a temperatura da peça, são denominadas cores de revenimento. 


    Tabela de cores de revenimento dos aços ao carbono: 



    • Amarelo claro 210 ºC 
    • Castanho avermelhado 270 ºC 
    • Amarelo palha 220 ºC 
    • Violeta 280 ºC 
    • Amarelo 230 ºC 
    • Azul escuro 290 ºC 
    • Amarelo escuro 240 ºC 
    • Azul marinho 300 ºC 
    • Amarelo ouro 250 ºC 
    • Azul claro 310 ºC 
    • Castanho claro 260 ºC 
    • Azul acinzentado 320 ºC 


    2ª Fase – Manutenção da Temperatura:  


    Possível quando o aquecimento é feito em fornos. 


    3ª Fase – Resfriamento:  


    O resfriamento da peça pode ser: 


    Lento –> deixando-a esfriar naturalmente. 

    Rápido –> mergulhando-a em água ou óleo. 

    Efeitos do revenimento 


    Diminui um pouco a dureza da peça temperada, porém aumenta consideravelmente a sua resistência aos choques. Geralmente, toda peça temperada passa por um revenimento, sendo até comum dizer "peça temperada" ao invés de "peça temperada e revenida".

    02/11/2012

    REVIRANDO LETRAS: MEMÓRIA E IDENTIDADE - VII Semana de Letras de Ipiaú


    A VII Semana de Letras de Ipiaú: REVIRANDO LETRAS: MEMÓRIA E IDENTIDADE, com a proposta de abrir os arquivos da memória, o baú da história, recorrendo a testemunhos, relatos e discussões para se conhecer e reconhecer as memórias individuais e coletivas, a fim de que nos reconheçamos como sujeitos pertencentes a uma determinada sociedade:


    1- Memória, identidade e discurso 
    2- Literatura e história 
    3- Currículo e o locus da formação de professores de língua portuguesa 
    4- Outras leituras e diálogos 

    Teremos:


    • conferências, 
    • mesas-redondas, 
    • sessões de comunicação, 
    • minicursos, 
    • apresentação de documentários, 
    • exposição de artes  
    • apresentações culturais. 


    O que está faltando? 

    Você! 

    Local: 

    UNEB, Campus XXI - Ipiaú, BA 

    Data: 20 a 23 de novembro de 2012 

    Faça a sua inscrição pelo site: www.dcht21.uneb.br 


    • Inscrição para apresentação de trabalhos: até 13/11/2012 
    • Inscrição como ouvinte: até o primeiro dia do evento! 


    Em todas as modalidades haverá entrega de certificados!

    Leia mais...

    QUAL O ESTADO FÍSICO DO FOGO?

    Existem compensações extremamente maravilhosas que acontecem na sala de aula! Estávamos discutindo processos industriais, quando o estudan...

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