24/06/2013

Nova plataforma permite produzir diversos carros das marcas Renault-Nissan

A Renault-Nissan anunciou na quarta-feira (19), que desenvolveu uma nova arquitetura que permite produzir diversos carros de diferentes segmentos e de ambas as marcas. Com o nome de CMF (da sigla em inglês para "módulo familiar comum"), a nova plataforma será usada por fábricas dos cinco continentes e de mais de 10 países até 2020. O seu maior benefício está na redução dos custos. Eles serão até 40% mais baixos durante o desenvolvimento de cada veículo e até 30% menores na aquisição de autopeças, que serão compartilhadas por vários modelos. 
 
"Teremos uma economia jamais obtida devido à abrangência de veículos que a nova arquitetura alcança", destacou a aliança em comunicado. 
 
A nova plataforma permitirá aos modelos compartilhar diversos módulos: de compartimento de motor, habitáculo, partes inferiores dianteiras e traseiras da carroceria, e até mesmo a arquitetura elétrico-eletrônica. A Renault-Nissan ressalta que a CMF não é uma simples plataforma horizontal, mas um conceito que prevê o compartilhamento de várias camadas do carro. 
 
Inicialmente, a nova arquitetura será usada para produzir globalmente 1,6 milhão de unidades por ano de 14 modelos, entre compactos e grandes, sendo 11 da Renault e três da Nissan. Mas poderá ser estendida para outros segmentos, ajudando as marcas a ampliar a gama de produtos. 
 
Os primeiros modelos da Nissan que serão montados nessa nova arquitetura, ainda em 2013, serão os substitutos do Rogue, Qashqai e X-Trail. Já a Renault recorrerá à plataforma apenas em 2014 para renovar Escape, Scénic e Laguna. 
 
Tsuyoshi Yamaguchi, responsável pela engenharia da Renault-Nissan, declarou que a CMF abre uma nova era para a engenharia, permitindo obter maiores volumes de produção e introduzir novas tecnologias mais rapidamente. Yamaguchi aponta que um mesmo produto será fabricado em vários lugares do mundo ao passo que uma única planta poderá fazer diversos modelos. "Vamos simplificar o planejamento, facilitar a gestão, ajustar a nossa capacidade global e ainda reduzir custos", finalizou.

18/06/2013

Peugeot Citroën recebeu três prêmios pelo sistema Hybrid Air

A PSA Peugeot Citroën recebeu, na Europa, três prêmios por seu sistema Hybrid Air, que combina propulsão a gasolina e ar comprimido. Entre os prêmios, estão “Prêmio das Tecnologias do Futuro MAAF”, o prêmio de inovação “Fleet World Honours” e o “Engine Technology Development Of The Year”, atribuído à Bosch, parceira da PSA na tecnologia.

Segundo a fabricante de automóveis, o Hybrid Air é uma tecnologia inédita, composta por um grupo motopropulsor “full-hybrid”, sem bateria, associando gasolina e ar comprimido. O conjunto combina um motor a gasolina com uma bomba hidráulica, armazenamento de energia na forma de ar comprimido e transmissão automática.




O motor ainda escolhe de maneira autônoma um dos três modos de funcionamento disponíveis: Zero emissão, térmico a gasolina ou misto. A PSA acredita que essa tecnologia híbrida é uma etapa essencial rumo à meta de se fazer um carro que tenha consumo de combustível de 50 km/l.

16/06/2013

Simulador robótico manipula e controla os comandos de voo

Do lado de fora, ele parece um grande braço robótico industrial segurando um cockpit. Mas, para o piloto dentro do simulador, tudo se parece com uma aeronave real, incluindo as paisagens ao redor e abaixo dele.
 
Depois que o piloto se senta neste que se tornou o mais moderno simulador de voo do mundo, o braço robótico posiciona-se em um lado da sala cercado de telas de alta definição de todos os lados - incluindo o teto e o chão.
 
Isso cria um ambiente totalmente imersivo, permitindo que o piloto tenha uma visão completa da paisagem ao redor, incluindo cenas reais de aeroportos.
 
Quando ele manipula os controles, os comandos de voo são convertidos em movimentos correspondentes do braço robótico em tempo real. Os pilotos geralmente estudam e são treinados em cabines montadas sobre uma plataforma móvel com seis graus de liberdade.
 
O grande inconveniente destes sistemas é o preço, variando entre 10 e 30 milhões de dólares.
 
Simulador de voo robótico
 
"Um simulador montado em um robô industrial pode reduzir estes custos para cerca de um milhão de euros [US$1,3 mi]", explica Tobias Bellmann, que desenvolveu o simulador robótico com seus colegas Johann Heindl e Olaf Gühring, todos do Centro Aeroespacial Alemão (DLR).
 
O grande feito do trio foi usar um único braço robótico para implementar o voo de forma interativa.
 
Isso significa que o piloto não precisa voar em trajetórias predefinidas - ele pode controlar a cápsula do jeito que quiser.
 
"Para nós, isso significa que os movimentos do braço robótico têm que ser calculados em tempo real - em outras palavras, muito rapidamente - porque não podem ser planejados com antecedência", explica Bellmann.
 
O simulador também pode funcionar para outros tipos de veículos, incluindo carros e até navios - para isto, basta trocar o software de controle e as cenas projetadas nas telas.

Fonte: Inovação Tecnológica

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