17/12/2014

Liga metálica de alta entropia é mais resistente que o titânio


Uma nova liga metálica de alta entropia alcançou uma relação resistência/peso maior do que qualquer outro material metálico conhecido. Ligas metálicas de alta entropia são materiais que consistem de cinco ou mais metais em quantidades aproximadamente iguais. Estas ligas são atualmente foco de atenção significativa em ciência e engenharia de materiais porque apresentam propriedades de grande interesse na indústria. Khaled Youssef e seus colegas combinaram lítio, magnésio, titânio, alumínio e escândio para fazer uma liga nanocristalina de alta entropia que tem uma baixa densidade, mas uma resistência muito elevada.


"A densidade é comparável à do alumínio, mas ela é mais forte do que as ligas de titânio," garante o professor Carl Koch, da Universidade da Carolina do Norte, que coordenou a equipe juntamente com pesquisadores da Universidade do Qatar. "A liga tem uma combinação de alta resistência e baixa densidade que é, tanto quanto podemos dizer, inigualável para qualquer outro material metálico. A relação resistência/peso é comparável a algumas cerâmicas, mas é mais resistente - menos quebradiça - do que a cerâmica," acrescentou Koch.


A equipe afirma que a nova liga possui uma vasta gama de utilizações possíveis, em veículos, aviões ou dispositivos protéticos. Contudo, com vistas ao uso prático, a liga metálica ainda tem um problema: ela é composta por 20% de escândio, um metal raro e extremamente caro. "Nós ainda temos um monte de trabalho para fazer para caracterizar completamente este material e explorar os melhores métodos de processamento para ele," disse Koch. "Uma coisa que nós estaremos olhando é se escândio pode ser substituído ou eliminado da liga."

24/11/2014

Cresce a expectativa para a produção de neodímio metálico

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas [IPT] e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração [CBMM] assinaram na terça-feira, 11 de novembro, um convênio para desenvolvimento de tecnologia de obtenção de neodímio metálico, matéria-prima para superimãs de terras-raras, empregados na indústria de alta tecnologia de motores elétricos e turbinas eólicas. O acordo, no valor de R$ 9,5 milhões, dá-se no âmbito da Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial [Embrapii] e tem duração de dois anos. A assinatura do contrato aconteceu durante a realização do workshop 'Terras-Raras: Novas Perspectivas para a Cadeia Produtiva no Brasil', realizado no campus do IPT em São Paulo.
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Neodímio metálico


A CBMM dispõe de planta-piloto para concentração de terras-raras a partir de reservas na cidade de Araxá [MG], onde mantém suas operações de produção de nióbio. A companhia também já domina o processo de separação de óxidos de terras-raras. Equipes do Centro de Tecnologia em Metalurgia e Materiais do IPT e da companhia trabalharão em conjunto na terceira etapa da cadeia, que é a da redução do óxido de neodímio em metal. Segundo o diretor-presidente do IPT, Fernando Landgraf, essa é a única escala da cadeia produtiva dos superimãs de terras-raras ainda não trabalhada no Brasil. Na outra ponta, há experiência concentrada principalmente em universidades e centros de pesquisa na produção dos magnetos, além de fabricantes de motores elétricos e de geradores eólicos instalados no País.

"Os superimãs de terras-raras são estudados há 30 anos no Brasil. Na década de 1990, todas as expectativas da comunidade acadêmica foram frustradas com o domínio total da China sobre o mercado", lembrou Landgraf durante a cerimônia de assinatura do contrato. "Nos últimos anos, venho insistindo que o avanço da cadeia produtiva nacional só iria ocorrer quando uma das empresas detentoras de reservas de terras-raras investisse na transformação do minério em material comercialmente atrativo. E o fato de a CBMM hoje assumir esse risco é realmente um marco".
O presidente da CBMM, Tadeu Carneiro, comparou os desafios da companhia neste projeto com o do desenvolvimento do mercado do nióbio, há 60 anos. Naquele momento, disse o executivo, não havia nem aplicações, nem mercado para o nióbio, que foi praticamente criado pela empresa, hoje a maior fabricante mundial do metal. "No caso das terras-raras, esses fatores não são problema. Mas temos outro desafio que é o de desenvolver tecnologia. É tão importante por isso o esforço que esse convênio irá produzir", destacou.
Fonte: IPT, com adaptações.

03/11/2014

Apostilas Petrobras - Técnico Segurança do Trabalho

TÉCNICO(A) DE SEGURANÇA JÚNIOR


BLOCO 1 - PRINCÍPIOS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: Caldeiras e vasos de pressão; Movimentação de cargas; Instalações elétricas; Máquinas e ferramentas; Trabalhos a quente (soldagem, corte e ferramentas abrasivas); Trabalho em espaços confinados; Construção civil; Trabalhos em altura; ELEMENTOS DE HIGIENE OCUPACIONAL: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais; Gases e vapores; Aerodispersóides; Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos; Exposição ao ruído; Exposição ao calor; Metodologias de avaliação ambiental estabelecidas pela Fundacentro; Radiações ionizantes e não-ionizantes; Trabalho sob condições hiperbáricas; Limites de tolerância e de exposição; FUNDAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO: Sistemas fixos e portáteis de combate ao fogo; Armazenamento de produtos inflamáveis; Brigadas de incêndio; Plano de emergência e de auxílio mútuo; LEGISLAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS: Segurança e Saúde na Constituição Federal e na Consolidação das Leis do Trabalho; Normas Regulamentadoras de SST; Convenções da Organização Internacional do Trabalho; Benefícios previdenciários decorrentes de acidentes do trabalho; Perfil Profissiográfico Previdenciário.


BLOCO 2 - ACIDENTE DO TRABALHO: Conceito técnico e legal; Causas e consequências dos acidentes; Taxas de frequência e gravidade; Estatísticas de acidentes; Custos dos acidentes; Comunicação e registro de acidentes; Investigação e análise de acidentes; PRINCÍPIOS DE ANÁLISE, AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS: Inspeção de segurança; Técnicas de análise de risco: APR e HAZOP; PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE: Organização e atribuições do SESMT e da CIPA; Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional de acordo com a OHSAS 18001; Diretrizes da OIT sobre Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho; Noções de Desenvolvimento Sustentável.


BLOCO 3 - AÇÕES DE SAÚDE: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional; Prevenção de Doenças Relacionadas ao Trabalho; Suporte Básico à Vida; ELEMENTOS DE ERGONOMIA: Conforto ambiental; Organização do trabalho; Mobiliário e equipamentos dos postos de trabalho; PRINCÍPIOS DE PLANEJAMENTO E RESPOSTA A EMERGÊNCIAS: Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos - P2R2. (Decreto Federal nº 5.098/2004 e suas alterações); Resolução CONAMA nº 398/2008 e suas alterações; Noções de resposta à contingência em acidentes com hidrocarbonetos líquidos e gasosos; Noções de Sistema de Comando de Incidentes: princípios, funções, estrutura e recursos; PLANO NACIONAL DE CONTINGÊNCIA (Decreto Federal nº 8.127/2013).

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA OS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO

LÍNGUA PORTUGUESA: 1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Ortografia (acentuação, emprego de s, z, ç, x, ch, ss, sc, cç, j e g). 3. Morfossintaxe (flexão de número, formação de plural) 4.Sintaxe (concordância nominal e verbal, regência verbal e nominal, colocação pronominal, crase e conjugação de verbos irregulares). 5. Pontuação. 6. Semântica (sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos).

MATEMÁTICA: 1.Teoria dos conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações. Funções e equações polinomiais e transcendentais (exponenciais, logarítmicas e trigonométricas). 2. Análise combinatória, progressão aritmética, progressão geométrica e probabilidade básica. 3. Matrizes, determinantes e sistemas lineares. 4. Geometria plana: Áreas e perímetros. 5. Geometria espacial: áreas e volumes. 6. Estatística básica. 7. Noções básicas de matemática financeira. 8. Aritmética.

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29/10/2014

Salão de Automóveis de São Paulo: conheça o HR-V da Honda


O Anhembi será o palco de apresentação das mais importantes novidades da Honda para o país nos próximos anos. Na edição de 2014 do Salão de Automóveis de São Paulo, além dos recém-renovados Fit e City e da volta do Civic Si, a marca irá exibir em seu estande o SUV compacto que chega em março de 2015 para tentar combater o Ford EcoSport. No Brasil ele irá se chamar HR-V [foto], será produzido em Sumaré (SP) e lançado no primeiro trimestre do ano que vem.





O modelo terá motor 1.8, o mesmo que já equipa o Civic, e câmbio automático CVT. É o primeiro carro da marca no país com esse conjunto.
Os preços não foram divulgados. Mas a Honda diz não ver o HR-V como rival direto do Ecosport e outros utilitários compactos, afirmando que ele não se encaixa em categoria alguma, que chega para criar um novo segmento. Segundo Roberto Akiyama, diretor-executivo da montadora, o novo SUV terá sofisticação de sedãs, com itens como freio de mão elétrico e ar-condicionado digital de série.
Ele chega às lojas também no ano que vem, com motor 2.0 e câmbio automático de cinco marchas, com opção de tração 4x2 ou 4x4. Devem existir 3 versões:  EX, LX e EXL. A topo de linha, EXL, terá controle de tração e estabilidade, diz o diretor comercial Sérgio Bessa. Para o executivo, o HR-V não concorrerá também com o CR-V, que continuará mais caro, e nem o Hyundai ix35. 
A expectativa da marca é ousada: vender 50 mil unidades em 12 meses, cerca de 4.200 ao mês. Além do SUV compacto, a Honda também coloca em exposição no Anhembi o CR-V reestilizado. O utilitário foi apresentado no Salão de Paris, com discretas mudanças. Na dianteira, além da disposição das luzes, a grade cromada ficou maior, chegando a base dos faróis. Na traseira, a barra cromada também cresceu, alcançando as lanternas.
Fonte: G1

28/10/2014

Curso Completo de Eletricidade Automotiva




Confira abaixo alguns tópicos do curso
  • Bateria Automotiva
  • Sistemas Elétricos Automotivos
  • Apostila do Curso de Eletricidade Automotiva
  • Apostila do Curso de Injeção Eletrônica
  • Apostila do Curso de Som Automotivo
  • Ligação Elétrica nos Piscas
  • Manual de Instalação de Instrumentos
  • Microsistema Automotivo (powerpoint)
  • Reparo do Motor de Partida
  • Instalação do KIT Xénon
  • Sistemas Elétricos
  • Eletricidade Básica (powerpoint)
  • Vídeo aula de Alternadores
  • Apostila de Comandos Elétricos
  • Apostila de Eletrotécnica
  • Apostila de Eletricidade Básica
  • Curso de Introdução à Eletrônica (ilustrado)

Após confirmação do pagamento seu curso será enviado pelos Correios.

Curso de Eletricidade Automotiva
Entrega Após a Confirmação do Pagamento


    Quant.:
      
    R$ 32,10


27/10/2014

Curso de Manutenção em Bombas Centrífugas

Confira alguns tópicos do curso:

  • Apostilas de Manutenção Mecânica
  • Apostilas de Elementos de Vedação: Selo Mecânico, Gaxetas e Retentores
  • Apostilas de Mancais de Rolamentos com Procedimentos de Montagem
  • Apostilas de Lubrificação Industrial com Graxa ou Óleo Hidráulico
  • Curso completo elaborado para Treinamento com Procedimentos Básicos de Operação e Manutenção de Bombas Hidráulicas 
  • Vídeo Aula com Procedimentos de Desmontagem Montagem de uma Bomba Centrífuga de Multiestágios para substituição do Selo Mecânico 
  • Apostilas de Vibrações Mecânicas abordando Alinhamento e Balanceamento de Rotores e Conjuntos Mecânicos
  • Apostilas de Elementos de Máquinas
  • Apostilas de Ferramentas e Acessórios para Desmontagem e Montagem de Bombas Centrífugas.
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Curso de Manutenção em Bombas Centrífugas


    Quant.:
      
    R$ 29,90 - Frete Grátis


21/10/2014

Curso Completo de Funilaria e Pintura Automotiva

Confira abaixo alguns tópicos do curso:



Manual de Funilaria
Manual de Pintura
Dicas para Pintura Automotiva
Eliminação de Defeitos em Pinturas Automotivas
Técnicas de Pintura
Operações com a Pistola de Pintura
Tabelas de Cores
Fundamentos das Misturas de Cores
Diferenças de Cores
Manchas de Lixagem
Marcas de Polimento
Modelagem de Chapas
Preparação de Base
Preparação da Massa
Manual de Implantação da Oficina
Tratamento Anticorrosivo



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Curso de Funilaria e Pintura Automotiva
Entrega Após a Confirmação do Pagamento


    Quant.:
      
    R$ 32,10


07/10/2014

Material Digital Administrador Júnior Petrobras


ADMINISTRADOR(A) JÚNIOR PETROBRAS



BLOCO 1 - Administração de Recursos Humanos: Estratégias de RH, Relações com Empregados, Equipes, Liderança, Gerenciamento de Desempenho, Remuneração e Benefícios, Motivação, Desenvolvimento de RH, Organizações de Aprendizagem, Cultura Organizacional. Estratégia Empresarial: Estruturas Organizacionais, Estratégias Organizacionais, Planejamento Estratégico Empresarial, Análise dos Ambientes Interno e Externo.


BLOCO 2 - Administração Mercadológica: Pesquisa de Mercado, Segmentação de Mercado, Estratégias de Marketing, marketing de Serviços, Gestão do Relacionamento com Clientes, Responsabilidade Sócioambiental, Marketing Internacional, Comércio Eletrônico, Sistemas de Informação Gerencial, Administração de Vendas. Lógica: Funções, Análise Combinatória, Progressões, Raciocínio Lógico Quantitativo. Administração Financeira e Orçamentária: Matemática Financeira, Valor do Dinheiro no Tempo e Risco x Retorno, Análise de Investimentos, Alavancagem e Endividamento, Planejamento Financeiro e Orçamentário, Administração do Capital de Giro, Fontes de Financiamento a Longo Prazo.


BLOCO 3 - Administração da Produção e Materiais: Planejamento e Controle da Produção, Higiene Industrial e Segurança do Trabalho, Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management), Administração de Material, Gestão de Estoques, Gestão da Qualidade. Estatística: Probabilidade, Estatística Descritiva. Contabilidade: Contabilidade Geral, Contabilidade de Custos, Contabilidade Gerencial.

CONHECIMENTOS BÁSICOS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR


LÍNGUA PORTUGUESA

Interpretação textual; Aspectos semânticos: adequação vocabular, denotação, conotação, polissemia e ambiguidade; Emprego dos sinais indicativos de pontuação: vírgula, ponto, ponto e vírgula, dois-pontos, reticências, aspas, travessão e parênteses; Emprego do acento indicativo de crase; Coesão e coerência textuais: mecanismos linguísticos de conexão e sequência lógica entre as partes do texto (coesão referencial, lexical, sequencial e temporal); paralelismo sintático e paralelismo semântico; Relações de coordenação, correlação e subordinação entre orações e termos das orações; Colocação pronominal dos pronomes oblíquos átonos (próclise, mesóclise e ênclise); Concordância verbal e nominal; Regência verbal.


LÍNGUA INGLESA

Compreensão de texto escrito em língua inglesa; Itens gramaticais relevantes para a compreensão dos conteúdos semânticos.






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04/10/2014

Material Digital Petrobras - Técnico em Projeto - Elétrica


TÉCNICO(A) DE PROJETOS, CONSTRUÇÃO E MONTAGEM JÚNIOR - ELÉTRICA

BLOCO 1 - Grandezas elétricas e magnéticas; Simbologia e diagramas elétricos. Circuitos elétricos: Valores médio e eficaz; corrente e tensões senoidais; impedância complexa; potência; teorema de Thevenin; circuitos trifásicos; transitórios RL; transitórios RC; circuitos de corrente contínua. Eletromagnetismo: Campo magnético; força entre condutores conduzindo corrente; materiais ferromagnéticos; curvas de magnetização; circuito magnético; lei de Faraday. Medidas Elétricas: Medição de tensão, corrente e potência; instrumentos de medição; instrumentos de testes. Máquinas elétricas: Transformadores: princípio de funcionamento; circuito equivalente; perdas; isolamento; resfriamento; transformadores em circuitos trifásicos. Máquinas rotativas: conceitos básicos; tensão gerada; campos magnéticos girantes. Máquina síncrona: uso; características de funcionamento em regime permanente. Motor de indução: características construtivas; princípio de funcionamento; efeitos da variação da tensão e da frequência; velocidade e escorregamento; potência; rendimento; fator de potência; controle de velocidade. Máquina de corrente contínua: tipos, características principais; uso como gerador e como motor. Acionamentos e controles elétricos: Acionamento da carga; curva conjugado-velocidade; características de partida de um motor de indução: formas do conjugado e da corrente; métodos de partida. Eletrônica analógica e digital: Conceitos básicos; características básicas dos principais dispositivos.

BLOCO 2 – Retificadores, baterias e no-breaks: Tipos de circuitos; tipos de baterias; princípio de funcionamento dos circuitos. Instalações elétricas de baixa tensão e conhecimento da Norma Brasileira NBR-5410: Principais equipamentos; arranjos; objetivo, aplicação e definições da norma. Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV e conhecimento da norma brasileira NBR-14039 - Principais equipamentos; arranjos; subestações; objetivo, definições e características gerais da norma. Iluminação industrial: Conceitos básicos de iluminação; tipos de lâmpadas: comparações. Automação industrial, relés microprocessados, redes e protocolos de comunicação. Conceitos básicos. Eletrônica de potência: Principais aplicações; características básicas dos circuitos. Proteção e controle de sistemas elétricos industriais: Conceitos básicos; principais equipamentos - disjuntores, relés e fusíveis; aplicação geral.

BLOCO 3 – Aterramento de equipamentos: objetivo; conceitos fundamentais; componentes; medição da resistência à terra. Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA): A descarga atmosférica: conceitos básicos; correntes induzidas; princípios de proteção; métodos de proteção. Segurança e higiene do trabalho: Conceitos básicos. Equipamentos de proteção individual e coletiva - Principais equipamentos: uso, obrigatoriedade, limitações; Segurança em instalações e serviços em eletricidade. NR-10: Conhecimentos básicos da NR-10. Materiais e ferramentas usados em instalações e serviços em eletricidade.

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA OS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO

LÍNGUA PORTUGUESA: 1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Ortografia (acentuação, emprego de s, z, ç, x, ch, ss, sc, cç, j e g). 3. Morfossintaxe (flexão de número, formação de plural) 4.Sintaxe (concordância nominal e verbal, regência verbal e nominal, colocação pronominal, crase e conjugação de verbos irregulares). 5. Pontuação. 6. Semântica (sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos).

MATEMÁTICA: 1.Teoria dos conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações. Funções e equações polinomiais e transcendentais (exponenciais, logarítmicas e trigonométricas). 2. Análise combinatória, progressão aritmética, progressão geométrica e probabilidade básica. 3. Matrizes, determinantes e sistemas lineares. 4. Geometria plana: Áreas e perímetros. 5. Geometria espacial: áreas e volumes. 6. Estatística básica. 7. Noções básicas de matemática financeira. 8. Aritmética.

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28/09/2014

Logística de Transporte Operação - Material Digital Petrobras


TÉCNICO(A) DE LOGÍSTICA DE TRANSPORTE JÚNIOR – OPERAÇÃO


BLOCO 1 - Manutenção básica: eletricidade básica, motores de combustão interna, lubrificantes e lubrificação, sistemas hidráulicos e pneumáticos, direção defensiva, acidente evitável ou não evitável, colisões, estabilidade do veículo, ultrapassagem.

BLOCO 2 - Prevenção de incêndios: conceito de fogo, triângulo de fogo, formas de ignição, classificação de incêndios, tipos de aparelhos extintores, agentes extintores, escolha, manuseio e aplicação dos agentes extintores.

BLOCO 3 - Movimentação de cargas e produtos perigosos: produtos perigosos, explosivos, gases, líquidos inflamáveis, sólidos ou substâncias inflamáveis, substâncias oxidantes, substâncias tóxicas, infectantes e irritantes, substâncias radioativas, corrosivos, substâncias perigosas diversas, legislação de transporte terrestre de produtos perigosos. Equipamentos de transporte e movimentação de cargas: carretas, caminhões, guindastes, guindautos, empilhadeiras, tratores, escavadeiras, pórticos rolantes, pontes rolantes, guinchos, talhas. Noções de sistemas de transporte aquaviário e aéreo.

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA OS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO

LÍNGUA PORTUGUESA: 1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Ortografia (acentuação, emprego de s, z, ç, x, ch, ss, sc, cç, j e g). 3. Morfossintaxe (flexão de número, formação de plural) 4.Sintaxe (concordância nominal e verbal, regência verbal e nominal, colocação pronominal, crase e conjugação de verbos irregulares). 5. Pontuação. 6. Semântica (sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos).

MATEMÁTICA: 1.Teoria dos conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações. Funções e equações polinomiais e transcendentais (exponenciais, logarítmicas e trigonométricas). 2. Análise combinatória, progressão aritmética, progressão geométrica e probabilidade básica. 3. Matrizes, determinantes e sistemas lineares. 4. Geometria plana: Áreas e perímetros. 5. Geometria espacial: áreas e volumes. 6. Estatística básica. 7. Noções básicas de matemática financeira. 8. Aritmética.

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26/09/2014

Inspeção de Equipamentos - Material Digital Petrobras


TÉCNICO(A) DE INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES JÚNIOR


BLOCO 1 - Eletroquímica; Desenho Técnico; Dilatação térmica; Sistema Internacional de Unidades; Estática; Dinâmica; Metrologia; Funções Químicas; Medição de temperatura e suas escalas; Conversão de Unidades.

BLOCO 2 - Aço Carbono – Diagrama de Equilíbrio; Hidrostática; Eletricidade básica; Ondas mecânicas e eletromagnéticas; Reações de óxido-redução.

BLOCO 3 - Transferência de calor; Estequiometria; Hidrocarbonetos; Soldagem – Eletrodo revestido e TIG; Mudanças de estado; Calorimetria.

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA OS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO

LÍNGUA PORTUGUESA: 1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Ortografia (acentuação, emprego de s, z, ç, x, ch, ss, sc, cç, j e g). 3. Morfossintaxe (flexão de número, formação de plural) 4.Sintaxe (concordância nominal e verbal, regência verbal e nominal, colocação pronominal, crase e conjugação de verbos irregulares). 5. Pontuação. 6. Semântica (sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos).

MATEMÁTICA: 1.Teoria dos conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações. Funções e equações polinomiais e transcendentais (exponenciais, logarítmicas e trigonométricas). 2. Análise combinatória, progressão aritmética, progressão geométrica e probabilidade básica. 3. Matrizes, determinantes e sistemas lineares. 4. Geometria plana: Áreas e perímetros. 5. Geometria espacial: áreas e volumes. 6. Estatística básica. 7. Noções básicas de matemática financeira. 8. Aritmética.

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12/09/2014

8088 VAGAS - CONCURSO PETROBRAS 2014

A Petrobrás acabou de publicar o edital de abertura do concurso público que visa o preenchimento de vagas efetivas e formação de cadastro de reserva, em cargos dos níveis médio e superior. No total, serão 8.088 oportunidades, sendo 663 vagas imediatas e 7.425 em reserva.
No setor de engenharia, as oportunidades são para Engenheiro(a) Civil JúniorEngenheiro(a) de Equipamentos Júnior – ElétricaEngenheiro(a) de Equipamentos Júnior – EletrônicaEngenheiro(a) de Equipamentos JúniorEngenheiro(a) de Equipamentos Júnior – MecânicaEngenheiro(a) de Petróleo JúniorEngenheiro(a) de Processamento JúniorEngenheiro(a) de Produção Júnior e Engenheiro(a) de Segurança Júnior, com remuneração inicial de R$ 8.081,98.
Já para o nível técnico, as vagas são para Técnico(a) Ambiental Júnior, Técnico(a) de Administração e Controle Júnior, Técnico(a) de Comercialização e Logística Júnior, Técnico(a) de Enfermagem do Trabalho Júnior, Técnico(a) de Estabilidade Júnior, Técnico(a) de Exploração de Petróleo Júnior – Geodésia, Técnico(a) de Exploração de Petróleo Júnior – Geologia, Técnico(a) de Exploração de Petróleo Júnior – Informática, Técnico(a) de Informática Júnior, Técnico(a) de Inspeção de Equipamentos e Instalações Júnior, Técnico(a) de Inspeção de Equipamentos e Instalações Júnior, Técnico(a) de Logística de Transporte Júnior – Controle, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Caldeiraria, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Elétrica, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Eletrônica, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Instrumentação, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Mecânica, Técnico(a) de Operação Júnior, Técnico(a) de Perfuração e Poços Júnior, Técnico(a) de Projetos, Construção e Montagem Júnior – Edificações, Técnico(a) de Projetos, Construção e Montagem Júnior – Elétrica, Técnico(a) de Projetos, Construção e Montagem Júnior – Mecânica, Técnico(a) de Segurança Júnior, Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Júnior – Administração, Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Júnior – Elétrica, Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Júnior – Mecânica e Técnico(a) Químico de Petróleo Júnior, com remuneração inicial de R$ 3.400,47.
As inscrições serão recebidas a partir do dia 25 de setembro, indo até 20 de outubro de 2014 (através do site da Cesgranrio, organizadora do certame), mediante o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 40,00 para níveis médio e técnico e R$ 58,00 para nível superior.
As provas objetivas, marcadas para o dia 7 de dezembro, serão realizadas nas seguintes cidades: Aracaju/SE, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Campo Grande/MS, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, João Pessoa/PB, Macaé/RJ, Maceió/AL, Manaus/AM, Mauá/SP, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santos/SP, São José dos Campos/SP, São Luís/MA, São Mateus/ES, São Mateus do Sul/PR, São Paulo/SP e Vitória/ES.
A validade inicial do processo seletivo será de seis meses, a contar da homologação do resultado final, podendo ser prorrogada uma única vez, pelo mesmo período.

31/08/2014

Programa de Trainee PDG 2015!

Programa de Trainee PDG 2015!

A PDG é uma das principais construtoras e incorporadoras do mercado imobiliário brasileiro. A empresa acredita em agir com simplicidade para atingir a rentabilidade e a sustentabilidade dos negócios. Para isso, tem o compromisso de materializar o sonho dos seus clientes por meio de um relacionamento sólido e confiável.
O Programa de Trainee PDG 2015 quer atrair jovens que compartilham do poder transformador de encarar desafios, assumir responsabilidades e realizar grandes projetos.

Não perca essa oportunidade!

Inscrições até o dia 14/09 pelo site: www.trainee.pdg.com.br



11/08/2014

ULTRA OPORTUNIDADES 2014!


Meu nome é Isabele, sou da Cia de Talentos que é a maior consultoria de Recursos Humanos do Brasil, focada na identificação e seleção de jovens talentos, para atuar em Programas de Estágio e Trainee nas mais reconhecidas companhias. No momento, a Cia de Talentos assessora a empresa Ultra em seu programa Ultra Oportunidades 2014.

Encontrei seu contato no Blog do Professor Carlão, que aliás está de parabéns, pois é muito interessante.
Gostaria de pedir um grande favor. Precisamos conseguir candidatos de Administração, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Ciências Atuariais, Relações Internacionais, Engenharias (todas), Ciências da Computação, Análise de Sistemas, Sistemas de Informação e TI para o Programa, e pensei que um post em seu Blog seria de grande valia. A seguir a postagem proposta por Isabele:

ULTRA OPORTUNIDADES 2014!

O Ultra é uma companhia brasileira de multinegócios que tem atuação internacional e possui mais de 75 anos de história. Líder em diferentes áreas de mercado, ela se destaca com suas divisões (Ipiranga, Ultragaz e Oxiteno), e possui uma estrutura altamente profissional, oferecendo a seus profissionais exposição a diferentes segmentos e ambientes, aprofundamento técnico em áreas de especialidade e interesse distintas, possibilitando desenvolvimento.

Venha fazer sua carreira no ULTRA, uma empresa que investe em seu crescimento com desafios muito interessantes para quem busca aprender e ter uma carreira de sucesso!

Pré Requisitos:

  • Experiência Profissional na área de interesse (Finanças Corporativas, Controladoria ou TI)
  • Cursos: Administração (todas as ênfases), Economia, Ciências Contábeis, Ciências Atuariais, Relações Internacionais; Engenharias (todas), Ciências da Computação, Análises de Sistemas, Sistema de Informações e outros cursos de TI
  • Ano de conclusão da graduação: julho/11 a julho/13


Inscrições até o dia 29/08 pelo site: www.ciadetalentos.com.br/ultraoportunidades

Qualquer dúvida, entre em contato conosco.

Desde já agradeço a atenção e ajuda.

Atenciosamente,
Isabele Maria de Castilho Marques
Atração 
(+5511) 5112-3336

Brasil . México . Argentina

20/06/2014

O Hexafluoreto de Enxofre e a Teoria Cinética dos Gases


A Teoria Cinética dos Gases procura - através de suas hipóteses - criar um modelo que explique os fenômenos e as Leis Físicas dos Gases [Boyle-Mariote, Gay-Lussac & Charles], incluindo-se nessa lista o gás SF6. O Hexafluoreto de Enxofre [SF6] é um composto químico com seis átomos de Flúor [F] que envolvem um núcleo de Enxofre [S] com características isolantes e dielétricas.

Núcleo de Enxofre envolvido por átomos de Flúor

Por essas caraterísticas, o SF6 é largamente utilizado [na indústria eletromecânica] para construção de disjuntores de grande porte. A sua aplicação se dá tanto para o acionamento eletropneumático [em alguns modelos com sistema fechado] quanto na extinção do arco elétrico resultante da abertura e do fechamento dos contatos. 

O SF6 é um gás incombustível, incolor, inodoro, quimicamente estável e inerte até cerca de 500°C, tendo, portanto, um comportamento semelhante ao de um gás nobre. Isto significa que na temperatura ambiente não reage com qualquer outra substância.

O Hexafluoreto de Enxofre [SF6] tem uma constante dielétrica 2,5 vezes maior que a do ar. Normalmente o gás é usado a uma pressão de valor equivalente a 5 vezes a pressão atmosférica. Nesta pressão, a sua capacidade dielétrica é dez vezes maior que a do ar. A extinção do arco pelo SF6 ocorre devido à sua forte eletronegatividade. Isso significa que as moléculas do gás capturam elétrons livres e geram íons negativos pesados que não se movem rapidamente.

11/06/2014

Classes de isolamento dos motores de indução


Sendo o motor de indução uma máquina robusta e de construção simples, a sua vida útil depende quase exclusivamente da vida útil da isolação dos seus enrolamentos [três conjuntos iguais de bobinas, uma para cada fase, formando um sistema trifásico ligado à rede trifásica de alimentação].

A isolação dos enrolamentos dos motores é afetada por muitos fatores, tais como: temperatura, umidade, vibrações, ambientes corrosivos. Dentre todos os fatores, o mais importante é, sem dúvida, a temperatura de trabalho dos materiais isolantes empregados. 

Um aumento de 8 a 10 graus na temperatura da isolação reduz sua vida útil pela metade. Quando se fala em diminuição da vida útil do motor, não se refere às temperaturas elevadas, quando o isolante se queima e o enrolamento é destruído de repente. 

A vida útil da isolação [em termos de temperatura de trabalho, bem abaixo daquela em que o material se queima], refere-se ao envelhecimento gradual do isolante, que vai se tornando ressecado, perdendo o poder isolante, até que não suporte mais a tensão aplicada e produza o curto-circuito. 

A experiência mostra que a isolação tem duração praticamente ilimitada, se a sua temperatura for mantida abaixo de certo limite. Acima deste valor, a vida útil da isolação vai se tornando cada vez mais curta, à medida que a temperatura de trabalho é mais alta. 

Este limite de temperatura é muito mais baixo que a temperatura de "queima" do isolante e depende do tipo de material empregado. Esta limitação de temperatura refere-se ao ponto mais quente da isolação e não necessariamente ao enrolamento todo. Evidentemente, basta um "ponto fraco" no interior da bobina para que o enrolamento fique inutilizado.

O limite de temperatura depende do tipo de material empregado na construção de cada motor. Para fins de normalização, os materiais isolantes e os sistemas de isolamento [cada um formado pela combinação de vários materiais] são agrupados em classes de isolamento, cada qual definida pelo respectivo limite de temperatura, ou seja, pela maior temperatura que o material pode suportar continuamente sem que seja afetada sua vida útil. 

As classes de isolamento utilizadas em máquinas elétricas e os respectivos limites de temperatura, conforme NBR 7094, são as seguintes:

  • Classe A [105 ºC]
  • Classe E [120 ºC] 
  • Classe B [130 ºC] 
  • Classe F [155 ºC] 
  • Classe H [180 ºC]

As classes B e F são as comumente utilizadas nos motores de indução atualmente.

18/05/2014

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Veja alguns tópicos do curso:
  • Definição de Desenho Técnico
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  • Definição de Projeção Ortogonal
  • Como Utilizar as Projeções Ortogonais
  • Representação de Arestas Ocultas
  • Representação de Arestas Coincidentes
  • Ângulos Diedros
  • Projeções Ortogonais pelo 1º Diedro
  • Projeções Ortogonais pelo 2º Diedro
  • Projeções Ortogonais pelo 3º Diedro
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  • Definição e Pré-Requisitos
  • Princípios Básicos para Leitura de Desenhos
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27/04/2014

Motor de Indução Trifásico

Motor de Indução Trifásico

O que caracteriza um motor de indução é que só o estator é ligado à rede de alimentação. O rotor não é alimentado externamente e as correntes que circulam são induzidas eletromagneticamente pelo estator. Daí o nome de motor de indução. O motor de indução trifásico é composto do Estator, do Rotor & de outros componentes.






Componentes do Estator

Carcaça: é o suporte do conjunto, de construção robusta em ferro fundido, aço ou alumínio injetado, resistente à corrosão e com aletas.
Núcleo de chapas: as chapas são de aço magnético, tratadas termicamente para reduzir ao mínimo as perdas no ferro.
Enrolamentos do estator: três conjuntos iguais de bobinas, uma para cada fase, formando um sistema trifásico ligado à rede trifásica de alimentação.

Componentes do Rotor

Eixo: transmite a potência mecânica desenvolvida pelo motor. É fabricado em liga de aço, tratado termicamente, para evitar problemas com empenamento e fadiga.
Núcleo de chapas: as chapas possuem as mesmas características das chapas do estator.
Barras e anéis de curto-circuito: são de alumínio injetado sob pressão numa única peça.
Chaveta:  elemento de máquina empregado em uniões móveis com o objetivo de acoplar peças do equipamento ao seu eixo para evitar deslizamentos.

Outras partes do motor de indução 

Tampas [alojamentos de mancais]; Ventoinha; Tampa defletora; Caixa de ligação; Terminais; Mancais de Rolamentos; Placa de Identificação.

Leia também:

Motor Elétrico - Aula 1
Motor Elétrico - Aula 2

21/04/2014

Válvulas de retenção para tubulação de fluidos líquidos


As válvulas de retenção são dispositivos destinados a permitir a passagem dos fluidos numa só direção. São instaladas na tubulação de saída [recalque] para evitar, caso ocorra uma inesperada paralisação do bombeamento, que o golpe causado pelo retorno do fluido cause danos à bomba.
Válvula de Retenção [em PVC com vista explodida]

São peças robustas, fabricadas em PVC, ferro fundido ou aço, e dotadas de dimensões avantajadas. Podem vir equipadas, também, com um "by-pass" de pequeno diâmetro, para permitir o enchimento da bomba e tubulação de sucção por ocasião da escorva. 
Válvula de Retenção [em bronze]
As válvulas de pé são peças conectadas na extremidade de tubulações de sucção [em instalações de bombas não afogadas], assegurando a passagem do fluido somente em direção à bomba, permitindo que as tubulações de sucção mantenham-se sempre cheias, mesmo quando a bomba for paralisada. 


Válvula de Pé [em bronze]
Nessas condições, quando ela for novamente ligada, poderá iniciar o bombeamento sem dificuldades. Se o tubo de sucção estiver vazio, as bombas comuns não conseguirão recalcar água. Haverá necessidade de escorvá-las. A escorva é o processo de enchimento da bomba e a respectiva tubulação de sucção com o fluido bombeado. Nessa operação, a válvula de pé é indispensável, pois, se ela não existir, todo fluido introduzido voltaria para o tanque

Para tal, o dispositivo de vedação das válvulas deve ser perfeito. Do contrário, invalida a finalidade da peça, tornando difícil o início de operação das bombas. Partículas de areia ou outros materiais em suspensão, que se alojam no dispositivo de vedação como, ainda, o desgaste, corrosão ou incrustações, podem prejudicar o fechamento perfeito da válvula. 

Há necessidade de limpezas ou de recondicionamentos periódicos. As válvulas de pé vêm, geralmente, acompanhadas de um crivo destinado a reter corpos estranhos. Como as aberturas estão sujeitas à obstrução, é necessário que a área total das passagens seja maior que a seção do tubo de sucção. Indica-se, como dado prático, o valor de 2 ½ vezes a seção do tubo.

20/04/2014

Máquinas de roscar tubos

Os tubos utilizados em instalações hidráulicas são fornecidos em varas de comprimento aproximado de 6 metros. Portanto, quando precisamos de pedaços menores, temos que cortar e roscar.

As uniões são os pontos críticos de qualquer tubulação e dependem quase que exclusivamente da qualidade das roscas, do tubo e da conexão. As conexões, pelo sistema de fabricação em série e controle de qualidade, apresentam roscas altamente eficazes.

Já os tubos, sujeitos a corte e por serem roscados na obra, onde não existem recursos de uma fábrica de conexões, facilmente apresentam deficiência na rosca.
A rosca do tubo feita com a tarraxa manual exige uma boa qualificação do operador, além de atenção e cuidados especiais.

A utilização da máquina de roscar, que permite corte e roscagem perfeitos, é indicada como a melhor forma de obter vedação perfeita, pois as roscas por ela produzidas são de boa qualidade.

De um modo geral, as máquinas de roscar apresentam um cabeçote de corte, de roscagem, mandril para fixação do tubo, sistema de lubrificação e resfriamento de corte, e escareador.

A figura a seguir nos dá a visão de uma rosqueadeira automática

Rosqueadeira Automática

As máquinas de roscar fazem geralmente três operações: cortam, escareiam, roscam. Com o acoplamento de acessórios especiais, as máquinas de roscar podem efetuar serviços em tubos de bitolas maiores [até 4 polegadas], bem como fazer operações de roscar niples e prisioneiros. Como são equipamentos de custo mais elevado, só se tornam econômicas quando empregadas para produção de grande quantidade de roscas e cortes.

A tarraxa é uma máquina-ferramenta usada pelo encanador industrial e se destina a fazer roscas sempre que se empregam tubos de ferro em instalações de água e gás. Existem dois tipos de tarraxa: de catraca e fixa. A tarraxa de catraca diminui o esforço físico na operação de abertura da rosca, sendo mais aconselhada pela facilidade de manejo, mesmo em trabalho de emergência.

19/04/2014

Tubulações em aço galvanizado


Tubulações em aço galvanizado

Os tubos galvanizados são condutores cilíndricos de aço que recebem uma proteção de zinco, por galvanoplastia, empregados nas instalações de águas potáveis e de gás. Alguns países os utilizam na rede de ventilação primária das construções civis.


São fabricados sem e com costura. O tubos com costura são mais utilizados, por serem mais leves e mais baratos. A costura ou solda é feita por processo eletrônico, e os tubos são inspecionados pelo fabricante, que os submete a teste de verificação de vazamento. Quando há vazamento, são descartados.

Os tubos sem costura são mais pesados e mais resistentes. Por isso são mais utilizados nas indústrias, em instalações de vapor ou instalações sujeitas a pressões mais elevadas.


Os diâmetros mais empregados são encontrados na tabela abaixo:



Tabela de Tubos

A legislação em vigor proíbe curvar tubo galvanizado, porque nos lugares curvados a galvanização é prejudicada, iniciando-se a oxidação nesse ponto.
Os tubos galvanizados são fabricados com 6 metros de comprimento. 

Portanto, quando precisamos de pedaços menores, temos que cortar, fabricar roscas e efetuar as uniões. As uniões são os pontos críticos de qualquer tubulação e dependem quase que exclusivamente da qualidade das roscas, do tubo e da conexão.

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