19/12/2018

Internet das coisas já ajuda o produtor no campo

Sensores de diagnóstico existem em diversos tamanhos e formatos. Dependendo da aplicação, porém, certos sensores podem ser bem menos eficazes do que outros justamente devido ao seu tamanho. Para quem lida com tratores e máquinas agrícolas, observar isso é fundamental.

O sucesso do agronegócio está diretamente relacionado à operação consistente dos tratores e demais equipamentos usados no campo. É preciso garantir os melhores níveis de desempenho e segurança para que o proprietário obtenha o retorno adequado sobre seu investimento.

Por que monitorar?

Equipamentos agrícolas são empregados em ambientes agressivos; por isso, o monitoramento das condições de trabalho tornou-se um recurso essencial para o correto diagnóstico e manutenção desses ativos.

Variações de temperatura, pó e sujeira entupindo componentes e outros fatores de desgaste contribuem para o baixo rendimento dos equipamentos e podem causar danos significativos ao longo do tempo.

À medida que o mercado agrícola se torna mais competitivo, fazendeiros, equipes de manutenção e mecânicos procuram novas formas de reduzir custos.

Neste cenário, quem conseguir monitorar as reais condições de trabalho da máquina no campo poderá identificar o momento mais adequado para reparar ou substituir um componente. Uma estratégia confiável de monitoramento certamente ajudará a reduzir o volume de peças de reposição em estoque, minimizando rotinas desnecessárias de manutenção e tempo de inatividade.

Melhor sem fios
Ainda que os sistemas de monitoramento com fio sejam eficazes, seu uso em máquinas agrícolas não é recomendado, já que estas devem estar em movimento na hora de coletar os dados de desempenho.

Além disso, cabos soltos podem enroscar nas máquinas em operação e, como esses sensores devem ser instalados e removidos com frequência, os operadores perdem tempo carregando cabos, sensores e displays que ocupam muito espaço na cabine do trator. Contudo, hoje já existem sensores compactos sem fio que podem ser instalados em espaços reduzidos, inclusive mais próximos às áreas de interesse da máquina, de modo a permitir uma leitura mais precisa.

A boa notícia

Alguns desses sensores atendem aos conceitos de conectividade da Internet Industrial das Coisas (IIoT), que garantem o monitoramento consistente, nutrido por um volume de dados susbtancialmente mais robusto.

É possível parear esses sensores com tablets e celulares, para que os usuários analisem os dados remotamente, sem sair da cabine do veículo. Essa tecnologia é ideal para observar indicadores como a temperatura de trabalho ou a pressão do sistema hidráulico do trator.

É exatamente assim que funciona a solução da Parker formada pelos sensores compactos sem fio SensoNODE™em conjunto com o software SCOUT™. Com o monitoramento remoto em tempo real das condições de trabalho da máquina, agora o produtor agrícola já pode colher resultados otimizados ao final de cada safra.

SensoNODE Blue + software SCOUT

• Melhora a eficiência operacional
• Coleta dados em tempo real com maior precisão
• Gera análises mais completas
• Previne falhas e reduz custos de manutenção


Fonte: Parker Hannifin

Combinando corretamente os materiais em ambientes corrosivos

Selecionar os materiais corretos para uma determinada aplicação industrial é uma das etapas de projeto mais importantes para que o sistema seja seguro e rentável. Muitas vezes negligenciada, essa etapa costuma ser realizada considerando apenas o aspecto econômico. Todavia, a seleção das melhores ligas para obter o controle da corrosão é uma estratégia que traz benefícios: segurança e integridade para os equipamentos, desempenho otimizado (com menos intervenções para manutenção) e redução do tempo de máquina parada, além de vida útil mais longa. Todas essas vantagens significam economia considerável de recursos.

Evite usar ligas melhores apenas nas peças críticas 

A combinação de materiais diferentes é uma prática muito comum, principalmente quando a escolha da liga é decidida com base no custo e nos prazos de entrega. Embora haja situações nas quais a mistura de materiais pode ser a melhor ou mesmo a única solução, existem também aplicações de engenharia em que esta prática não agrega valor e por isso deve ser evitada. 

No mercado de instrumentação, frequentemente encontramos problemas de corrosão. Nesses casos, a solução mais comum é selecionar componentes mais resistentes para evitar que uma determinada falha por corrosão no sistema aconteça. Mais cedo ou mais tarde, o custo desta nova liga será percebido, e as substituições precisarão ser justificadas. Então, num esforço para reduzir custos, decide-se usar ligas de graus mais elevados somente nas partes mais críticas do projeto.

Como definir o que é crítico ou não?

Como exemplo, considere um tubo de instrumentação com conexões e válvulas. Tradicionalmente, a indústria de petróleo e gás tem usado esses itens fabricados com aço inoxidável série 300. No entanto, o nível de severidade exigido nesta aplicação aumentou sensivelmente – tanto nas condições climáticas e operacionais dos ambientes de trabalho quanto nos critérios de projeto, nas normas de segurança e na expectativa de vida útil dos componentes. Se vinte anos atrás o aço inoxidável era o material mais escolhido para operar nesses ambientes altamente corrosivos, atualmente ele deixou de ser o mais adequado para esse fim. 

As ligas metálicas resistentes à corrosão estão mais disponíveis do que nunca, mas suas propriedades excepcionais têm um preço. Erradamente, certos componentes são vistos como mais "duráveis" ou até mesmo "inquebráveis" apenas por serem “mais volumosos". Devido à sua espessura limitada, o tubo é considerado a parte crítica do sistema, enquanto a conexão ou a válvula seriam os itens "menos críticos" do conjunto. Assim, seguindo essa lógica duvidosa, costuma-se selecionar uma liga de grau superior para o tubo e outra de grau inferior para conexões e válvulas. Mas será que isso está correto?

Tamanho não importa

Se os componentes de instrumentação sofressem apenas corrosão regular e não estivessem sujeitos a cargas de tensão, de forma que as taxas de corrosão pudessem ser calculadas e os riscos gerenciados, talvez fosse possível aceitar as premissas acima. Devido às suas condições operacionais particulares, contudo, na realidade eles enfrentam tanto corrosão localizada quanto desafios mecânicos.

As falhas típicas dos sistemas empregados na indústria de petróleo e gás são devidas à corrosão localizada, como “pites” ou “frestas”. A ação combinada do ambiente corrosivo na presença de estresse por tensão (como vibração) pode causar fragilização e falha total do equipamento em questão de segundos. A corrosão induzida por cloro é causa comum de falha nas aplicações offshore. Basta haver estresse por tensão e uma pequena fenda causada pelo cloro para que as fissuras se alastrem. Quando existe fissura no material e certos níveis de estresse por tensão, mesmo tubos mais grossos não conseguem impedir que as rachaduras se expandam; somente vai demorar um pouco mais do que nas seções mais finas. Portanto, nesses casos o tamanho não importa.




Na foto: Ambiente corrosivo e vibração podem provocar fragilização por corrosão sob tensão e falha no equipamento após seis meses. No exemplo mostrado, conexão do instrumento e tubo de materiais diferentes foram aplicados em ambiente offshore corrosivo.
Inadequado para tubos, inadequado para conexões

Para serem seguras e rentáveis, as operações offshore dependem da correta seleção de materiais e de um bom projeto para minimizar cargas desnecessárias. Se um material não for adequado para a tubulação, não deve ser aceito em outro componente. Afinal, ambas as partes serão expostas às mesmas condições operacionais e ambientais e, portanto, estarão sujeitas aos mesmos mecanismos de falha.

Segundo a norma de seleção de materiais NORSOK M-001, ''sempre que metais diferentes forem acoplados em uma tubulação deverá ser feita avaliação de corrosividade. Se for provável ocorrer corrosão galvânica, deverão ser empregados métodos para mitigação''. A norma também determina que "nas conexões galvânicas entre materiais diferentes sem isolamento deve-se supor que a taxa de corrosão local da interface será aproximadamente três vezes maior que a taxa média de corrosão". A proteção catódica em sistemas de instrumentação tende a não ser economicamente viável, bem como o isolamento entre tubo e válvula ou conexão.

Por tudo isso, a combinação de materiais deve ser sempre cuidadosamente avaliada. A correta seleção dos materiais é fundamental para garantir sistemas rentáveis, evitando riscos desnecessários e prejuízos com máquina parada. 


Fonte: Parker Hannifin

29/11/2018

Concurso Câmara de Santo André 2019 - Apostilas Opção

Concurso Câmara de Santo André 2019
TÉCNICO LEGISLATIVO ADMINISTRATIVO
MOTORISTA DO LEGISLATIVO
Concurso Câmara de Santo André 2019-TÉCNICO LEGISLATIVO ADMINISTRATIVO-MOTORISTA DO LEGISLATIVO

Apostila Preparatória PRF - Apostilas Opção

Apostila Preparatória PRF
AGENTE ADMINISTRATIVO
Apostila Preparatória PRF-AGENTE ADMINISTRATIVO

Concurso Prefeitura de Aracruz - Apostilas Opção

Concurso Prefeitura de Aracruz 2019
AUXILIAR DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA
ASSISTENTE DE TURNO
Concurso Prefeitura de Aracruz 2019-AUXILIAR DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA-ASSISTENTE DE TURNO

Concurso Prefeitura de Botucatu - Apostilas Opção

Concurso Prefeitura de Botucatu 2018
PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA (COMUM A TODOS)
LANÇADOR
CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL
AGENTE DE ATIVIDADES ESCOLARES
Concurso Prefeitura de Botucatu 2018-PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA (COMUM A TODOS)-LANÇADOR-CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL-AGENTE DE ATIVIDADES ESCOLARES

Concurso Prefeitura de Petrolina 2019 - AGENTE DE SAÚDE - Apostilas Opção

Concurso Prefeitura de Petrolina 2019
AGENTE DE SAÚDE - Impressa: 25,00 - Digital: 15,00
Concurso Prefeitura de Petrolina 2019-AGENTE DE SAÚDE - Impressa: 25,00 - Digital: 15,00

28/11/2018

Concurso ALBA - Apostilas Opção

Concurso ALBA 2018
TÉCNICO LEGISLATIVO - AGENTE DE POLÍCIA LEGISLATIVA
TÉCNICO LEGISLATIVO - ADMINISTRATIVA
CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR - COMUM A TODOS (EXCETO PROCURADOR E AUDITOR)
Concurso ALBA 2018-TÉCNICO LEGISLATIVO - AGENTE DE POLÍCIA LEGISLATIVA-TÉCNICO LEGISLATIVO - ADMINISTRATIVA-CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR - COMUM A TODOS (EXCETO PROCURADOR E AUDITOR)

Concurso Prefeitura de Ananindeua 2019 - Apostilas Opção

Concurso Prefeitura de Ananindeua 2019
TÉCNICO MUNICIPAL
AUXILIAR MUNICIPAL - TODAS AS ÁREAS
Concurso Prefeitura de Ananindeua 2019-TÉCNICO MUNICIPAL-AUXILIAR MUNICIPAL - TODAS AS ÁREAS

Apostila Opção - Concurso SED MS 2018

Concurso SED MS 2018
ASS. DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS - FUNÇÃO: ASS. DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS
AGENTE DE MERENDA
AGENTE DE LIMPEZA
Concurso SED MS 2018-ASS. DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS - FUNÇÃO: ASS. DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS-AGENTE DE MERENDA-AGENTE DE LIMPEZA

Apostila Opção - Concurso SEE SP 2019 - Oficial Administrativo

Concurso SEE SP 2019
OFICIAL ADMINISTRATIVO
Concurso SEE SP 2019-OFICIAL ADMINISTRATIVO

Apostila Opção - Concurso ALEGO - Policial Legislativo

Concurso ALEGO 2019
POLICIAL LEGISLATIVO
DIVERSOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO (COMUM A TODOS)
ANALISTA LEGISLATIVO (CONTEÚDO COMUM A TODAS AS CATEGORIAS)
Concurso ALEGO 2019-POLICIAL LEGISLATIVO-DIVERSOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO (COMUM A TODOS)-ANALISTA LEGISLATIVO (CONTEÚDO COMUM A TODAS AS CATEGORIAS)

Apostila Opção - Processo Seletivo ITAIPU - Almoxarife

Processo Seletivo ITAIPU 2019
PROFISSIONAL NÍVEL SUPORTE I - FORMAÇÃO: ENSINO MÉDIO - ALMOXARIFE
Processo Seletivo ITAIPU 2019-PROFISSIONAL NÍVEL SUPORTE I - FORMAÇÃO: ENSINO MÉDIO - ALMOXARIFE

Apostila Opção Concurso DETRAN PA 2019

Concurso DETRAN PA 2019
AGENTE DE FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
AGENTE DE EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO
Concurso DETRAN PA 2019-AGENTE DE FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO-AGENTE DE EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO

03/11/2018

Resolução de listas de exercícios e atividades

Se seu problema for dificuldade em uma lista de exercícios, elaboração de resenhas, estudos de caso e dissertações, correção de textos ou outros trabalhos, peça uma ajuda ao Blog do Professor Carlão:
  • Resolução de atividades acadêmicas;
  • Resolução de listas de exercícios;
  • Elaboração de estudos de caso;
  • Elaboração de resenhas;
  • Correção de redação;
  • Dicas de redação para concursos públicos e processos seletivos.
Envie suas listas de exercícios para que sejam avaliadas e estimados os valores de cada resolução! Envie sua lista ou atividade por email entre em contato pelo whatsapp e será atendido rapidamente! 

Engenharia de produção:
  • Fenômenos de Transporte;
  • Física Geral;
  • Comunicação e Expressão
  • Logística de Transporte e Distribuição.
Engenharia ambiental:
  • Fenômenos de Transporte;
  • Física Geral;
  • Comunicação e Expressão
  • Epidemiologia.

30/10/2018

Resenha Filosofia

A resenha deverá seguir uma análise interpretativa, fundada nos conceitos básicos, e apresentando o mito, como uma narrativa primordial. Entendendo o pensar filosófico como um pensar crítico e problematizar, ou seja, o ato de filosofar: o dogmatismo, o saber comum, o pensamento ideológico e o pensamento pré-socrático.



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29/10/2018

Resenha: Burgueses e Proletários

A história de toda a sociedade até hoje tem sido a historia das lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, numa palavra, o opressor e o oprimido numa guerra ininterrupta, ora disfarçada, ora aberta, que terminou ou pela reconstituição revolucionária de toda a sociedade ou pela destruição das classes em conflito. Karl Marx e Friedrich Engels, Manifesto do Partido Comunista 10a. Ed., São Paulo: Global, 2006 [1848] Assim começa o famoso texto de Karl Marx e Friedrich Engels, O manifesto comunista. Nele os autores dão mostra da dialética e da luta de classes ao logo da História. Faça uma resenha do primeiro capitulo evidenciando esta ideia. 


Lista Resolvida


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23/10/2018

Lista Resolvida de Fenômenos de Transporte

1.) Uma esfera oca de alumínio tem 81 g de massa e volume de 57 cm3. A região “vazia” é um cubo de aresta 3 cm. Determine a densidade da esfera e a massa específica do alumínio, em g/cm3 e kg/m3.

2.) O gráfico mostra como varia a pressão no interior de um líquido homogêneo em equilíbrio em função da profundidade. Considerando a aceleração da gravidade 10 m/s2, determine:
a.) a pressão atmosférica;
b.) a densidade do líquido.




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25/09/2018

Apostila Opção - ANALISTA BANCÁRIO - Concurso BNB 2018


MATERIAL ELABORADO DE ACORDO COM O EDITAL Nº 1, DE 13 DE SETEMBRO DE 2018
Concurso BNB 2018 | Apostilas Opção
Aberto concurso público para Banco do Nordeste do Brasil S.A, para o cargo de Analista Bancário.
São 03 vagas + 372 vagas formação de cadastro reserva, com remuneração de R$ 2.854,68 e carga horária de 30 horas semanais. Para concorrer à vaga o candidato deve possuir nível médio.
As inscrições serão realizadas no site da CESPE, no período de 24 de setembro de 2018 a 15 de outubro de 2018. A taxa de inscrição é de R$ 59,00.
A prova está prevista para ser realizada no dia 02 de dezembro de 2018.
Apostila Impressa - 588 páginas 
Apostila Digital por Download – 28 MB
- Língua Portuguesa
- Conhecimentos Gerais
- Informática
- Conhecimentos Bancários
- Matemática
GRÁTIS: CD ROM de Apoio com Testes, Dicas e 01 (uma) Vídeo Aula de Português e Matemática.
*Disponível na versão impressa e digital.
 
* Pagamento por BOLETOS BANCÁRIOS, o prazo de 1 (UM) DIA ÚTIL, para liberação do download.

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Concurso BNB 2018-ANALISTA BANCÁRIO

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27/08/2018

Lista Resolvida - Análise Combinatória

O roubo de carga reflete fortemente no trabalho logístico das empresas, tanto pelo aumento nos valores de transporte da mercadoria como no tempo perdido quando são roubadas.
Suponhamos que você seja um gerente de logística de uma transportadora e que sua equipe precise determinar outro plano de transporte com uma nova forma de distribuição de circulação dos caminhões para um determinado carregamento.
Você e sua equipe chegaram à conclusão de que com o aumento dos roubos de carga usariam 3 rotas diferentes (A, B e C) como faziam anteriormente essa e diversas outras empresas, mas o diferencial é que os caminhões seguirão em comboios com escolta de segurança com rota (A, B e C) a ser definida no momento da saída.
Estas rotas que já haviam sido utilizadas antes por várias empresas apresentavam os seguintes dados em média, a cada 100 caminhões:













a.) Se sua equipe tivesse que escolher uma das rotas, qual seria?
b.) Imagine que a distribuição continuasse dessa forma e que existisse igual chance de assalto nas 3 rotas, sabendo-se que em um determinado dia e horário um caminhão foi roubado, qual seria a probabilidade de ter sido um caminhão a rota A e qual seria a probabilidade de não ser um caminhão da rota B?  
c.) Agora vamos pensar no novo plano de distribuição, para uma carga que será transportada em 40 caminhões, em comboios de 10 caminhões, com a divulgação na data de saída de quais caminhões irão compor cada comboio e divulgação do caminho (A, B ou C) a ser seguido no momento da saída. De quantas formas a empresa poderá organizar esses comboios levando-se em conta que o comboio X,Y,Z é o mesmo que o Y,Z e X?

Lista Resolvida

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Favorecido: Carlos José dos Santos Filho

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20/08/2018

Lista Resolvida - Coluna de sustentação para objeto triangular

Um arquiteto e um engenheiro foram contratados para desenvolver um projeto onde haveria apenas uma coluna de sustentação para um objeto triangular com vértices dados por (0, 0), (2, 0) e (0, 2), e uma densidade dada por δ (x , y) = 5 * x +3 * y .

Determine o centro de massa deste objeto sabendo que ele é dado por (x¯,y¯), onde:



                   

Lista Resolvida

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Favorecido: Carlos José dos Santos Filho

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11/05/2018

Richard Feynman: 4 passos para aprender tudo que você quiser.

Richard Feynman (1918-1988), ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1965, garantia que existe uma tática simples que ajuda a entender qualquer tema. O próprio Feynman sempre foi reconhecido por essa característica entre os colegas: ele tinha muito talento para transformar explicações de coisas muito complexas em algo simples e fácil de entender. E seu entusiasmo para explicar os conceitos mais difíceis costumava contagiar quem estava por perto.




Richard Feynman dançando com sua mulher depois de receber o NobelDireito de imagemGETTY
Image captionRichard Feynman dançando com sua mulher depois de receber o Nobel

O que Feynman defende em sua técnica é que existem dois tipos de sabedoria: a que é focada em saber apenas o nome de algo e a que é focada em de fato saber algo. A receita para a real aprendizagem, segundo ele, é a última - e pode ser aplicada observando os quatro passos a seguir:

1) Escolha um conceito

Qualquer um que preferir. Pode ser um de macroeconomia, economia doméstica ou qualquer coisa que vier a cabeça. Seja química ou culinária, ou primeiro uma e depois a outra. E anote o conceito - o mais importante aí é desenvolver o raciocínio.

2) Escreva-o como se estivesse ensinando uma criança

Redija, então, tudo o sabe sobre esse conceito. Mas atenção: você precisa fazer isso da maneira mais simples possível. Escreva como se estivesse explicando para uma criança - ainda que isso pareça absurdo e desnecessário, é um passo muito importante. Assegure-se de que, do início ao fim, você esteja usando uma linguagem bem simples. Além disso, evite jargões e expressões prontas que partam do pressuposto de que você já sabe o conceito delas. Explique cada detalhe de tudo e não caia na tentação de omitir algo que, na sua visão, está subentendido.

3) Volte no tema e pesquise sobre ele

No passo anterior, provavelmente você encontrou lacunas no seu conhecimento. Coisas que você esqueceu e que não conseguiu explicar. E esse é o momento em que você começa realmente a aprender. Volte à fonte de informações sobre esse tema e pesquise o que ainda falta entender. E, quando você achar que cada subtema está claro, tente escrever no papel a explicação para ele de uma maneira que até uma criança entenderia. Quando você se sentir satisfeito e estiver compreendendo tudo o que antes estava confuso, volte à redação original e continue escrevendo as explicações nela.

4) Revise e simplifique ainda mais

Depois de passar por todas essas etapas, revise o que escreveu e simplifique. Certifique-se novamente de que não usou nenhum jargão associado com o tema que está te intrigando. Leia tudo em voz alta. Preste atenção para perceber se está tudo exposto da maneira mais clara possível. Se a explicação não for simples ou se soar confusa, interprete isso como um sinal de que você não está entendendo algo. Crie analogias para explicar o conceito, porque isso ajuda a esclarecer tudo na sua cabeça e é a prova de que você está realmente dominando aquele tema.

Fonte: http://www.bbc.com [com adaptações].

10/05/2018

"Mais um dia se passou e não usei isso pra nada". Será mesmo!?

A imagem abaixo vem circulando nas redes sociais com a [despretensiosa] conclusão de que vivemos sem a necessidade da fórmula que calcula o DELTA [variação] da equação quadrática.  A frase "mais um dia se passou e não usei isso pra nada" me despertou uma dúvida. Foi a dúvida se a conclusão é mesmo despretensiosa [que me fez recorrer à história da Matemática] visando relembrar o quanto é importante a Ciência Matemática, o desenvolvimento e a aplicação de suas fórmulas.

A história da Matemática é uma importante área de estudos para o estudante de Matemática, pois, por meio dela, pode-se compreender a origem das ideias que deram forma à nossa cultura, ao conhecimento atual, aos problemas e em que circunstâncias eles se desenvolveram. Infelizmente a história da Matemática não é disseminada entre os estudantes desde os primeiros anos de estudo. Esse desconhecimento contribui para a aversão que muitas pessoas desenvolvem ao longo dos anos se afastando das disciplinas das ciências exatas.
De acordo com Boyer [1974], o conceito de equação quadrática estudado no ensino fundamental tem sua origem na antiguidade. Encontram-se registros de matemáticos do Egito, da antiga Babilônia, da Grécia, da Índia, da Arábia e da Europa Medieval sobre problemas referentes a esse tema. Apesar da ênfase no enfoque puramente algébrico e simbólico destacados na solução de uma equação quadrática no ensino atual, suas origens revelam um grande conhecimento de técnicas geométricas. 

Erroneamente, na década de 1960, a literatura matemática no Brasil atribuiu à Bháskara, [um matemático indiano do século X], a descoberta da famosa fórmula para determinar raízes de uma equação de segundo grauSegundo Boyer [1974] os babilônios foram os primeiros a resolver equações quadráticas, por volta de 4000 anos a.C.. No Museu Britânico encontram-se algumas tábuas babilônicas feitas de argila onde estão escritos 36 problemas sobre construção, onde alguns deles abordam as primeiras tentativas da solução de uma equação do segundo grau. ROONEY [2012].

Muitos matemáticos durante os séculos seguintes contribuíram para a formulação de uma solução geral do problema das equações quadráticas, mas foi só no século XIV que o matemático François Viète introduziu uma escrita algébrica padronizada que permitisse identificar as variáveis de um problema, principalmente em construções geométricas. A escrita algébrica foi de suma importância para a solução de equações, pois antes do conceito que nos permitiu nomear variáveis, o problema era enunciado e solucionado por meio de palavras. 

As funções quadráticas possuem várias aplicações no cotidiano, principalmente em situações relacionadas: 
  • à Física envolvendo movimento uniformemente variado, lançamento oblíquo, etc.; 
  • na Biologia, estudando o processo de fotossíntese das plantas; 
  • na Administração e Contabilidade relacionando as funções custo, receita e lucro; 
  • e nas Engenharias onde está presente nas diversas aplicações.

Referências:

BOYER, Carl. B. História da matemática. Tradução do inglês para o português de Elza Gomide. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1974.

ROONEY, Anne. A História da Matemática. São Paulo: Editora M. Books, 2012.

SILVA, Marcos Noé Pedro da. "Função de 2º Grau"; Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/matematica/funcao-segundo-grau.htm>. Acesso em 09 de maio de 2018.

LESSA, José Roberto. "Fórmula de Bháskara"; Infoescola. Disponível em:  <https://www.infoescola.com/matematica/formula-de-bhaskara>. Acesso em 09 de maio de 2018.

09/05/2018

Ligas de alumínio com força comparável aos aços inoxidáveis vão revolucionar as indústrias automobilística e aeroespacial.


Depois de alcançar os extremos em termos de densidade - um alumínio superdenso e outro alumínio tão leve que flutua na água - agora os metalurgistas obtiveram uma liga de alumínio tão forte que rivaliza com a resistência do aço inoxidável.
"Ligas de alumínio leves e de alta resistência, com força comparável aos aços inoxidáveis, vão revolucionar as indústrias automobilística e aeroespacial," disse o professor Xinghang Zhang, da Universidade Purdue, nos EUA.
Normalmente as ligas de alumínio são leves e macias - em termos metálicos - e apresentam uma resistência mecânica baixa. Mas a equipe de Zhang descobriu duas técnicas capazes de alterar a microestrutura do alumínio para conferir-lhe maior resistência e ductilidade.
Alumínio superforte pode superar aço inoxidável
O alumínio foi alterado em nanoescala, nas fronteiras entre os grãos do cristal - uma operação que ocorre, basicamente, em nível atômico. 
[Imagem: Sichuang Xue et al. - 10.1038/s41467-017-01729-4]

O novo alumínio de alta resistência tornou-se possível pela introdução de "falhas de empilhamento", que são distorções na estrutura do cristal - e essas distorções influenciam fortemente as características mecânicas dos metais e ligas.
A rede cristalina de um metal é constituída por sequências repetitivas de camadas atômicas. Se faltar uma camada, diz-se que há uma falha de empilhamento. Além disso, podem ocorrer as chamadas "fronteiras gêmeas", consistindo em duas camadas de falhas de empilhamento.
Embora sejam fáceis de serem produzidas em metais como cobre e prata, essas distorções são difíceis de serem introduzidas no alumínio devido à sua alta "energia de falha de empilhamento". A equipe apostou então em um tipo específico de falha de empilhamento, chamada de fase 9R.
"Você precisa introduzir nanofronteiras gêmeas e fases 9R no alumínio nanogranulado para aumentar a força e a ductilidade e melhorar a estabilidade térmica," disse o professor Zhang.
E foi exatamente isto o que ele e sua equipe descobriram como fazer - e de duas maneiras diferentes.
Pulverização com metal
A primeira técnica consiste na indução de fases 9R no alumínio - simples ou gêmeas - por choque, o que foi feita bombardeando filmes de alumínio ultrafinos com microprojéteis minúsculos de dióxido de silício.
Na segunda técnica, a fase 9R e as fronteiras gêmeas foram induzidas no alumínio não por choque, mas pela introdução de átomos de ferro na estrutura do cristal de alumínio através de um processo chamado pulverização magnetrônica, ou pulverização catódica.
Esta última abordagem é particularmente promissora porque, como o ferro também pode ser introduzido no alumínio usando outras técnicas, como a fundição, ela poderá ser ampliada do laboratório para aplicações industriais.
"Estes resultados mostram como fabricar ligas de alumínio que são comparáveis, ou mesmo mais resistentes, do que os aços inoxidáveis. Há um grande potencial de impacto comercial nesta descoberta," finalizou Zhang.

Bibliografia:

High-Strength Nanotwinned Al Alloys with 9R Phase
Qiang Li, Sichuang Xue, Jian Wang, Shuai Shao, Anthony H. Kwong, Adenike Giwa, Zhe Fan, Yue Liu, Zhimin Qi, Jie Ding, Han Wang, Julia R. Greer, Haiyan Wang, Xinghang Zhang
Advanced Materials
Vol.: 8, Article number: 1653
DOI: 10.1002/adma.201704629

High-velocity projectile impact induced 9R phase in ultrafine-grained aluminium
Sichuang Xue, Zhe Fan, Olawale B. Lawal, Ramathasan Thevamaran, Qiang Li, Yue Liu, K. Y. Yu, Jian Wang, Edwin L. Thomas, Haiyan Wang, Xinghang Zhang
Nature Communications
DOI: 10.1038/s41467-017-01729-4
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Alumínio superforte pode superar aço inoxidável. 30/01/2018. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=aluminio-superforte-superar-aco-inoxidavel. Capturado em 07/05/2018.

08/05/2018

Redução da turbulência dentro da tubulação reduz 95% da energia do bombeamento

No que promete se tornar uma nova revolução para as indústrias química e petrolífera, além do bombeamento de água para uso urbano, Jakob Kühnen e Baofang Song, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Áustria, descobriram como domar a turbulência de fluidos circulando dentro de tubos.
Até agora, os cientistas sempre assumiram que, uma vez que um fluxo de líquido em um duto se torna turbulento, a turbulência persistirá por todo o trajeto - em outras palavras, a suposição era a de que a turbulência é estável.

Turbulência domada dentro de canos reduz 95% da energia do bombeamento
O fluido tipicamente turbulento (em cima) em comparação com o fluxo laminar obtido pela equipe (embaixo).[Imagem: Jakob Kühnen]

Em seus experimentos, eles conseguiram desestabilizar a turbulência, fazendo com que o fluxo retornasse a um estado laminar, este sim, persistente.
A turbulência de um fluido em um duto exige que muito mais energia seja aplicada no bombeamento. Pelos cálculos da equipe, a eliminação da turbulência pode economizar 95% da energia requerida para bombear o fluido pelo duto - e estima-se que o bombeamento de água, gás natural e combustíveis responda por cerca de 10% do consumo global de eletricidade.
Fluxo laminar
Em vez de tentar reduzir localmente os níveis de turbulência dentro dos canos, como se faz hoje, a equipe austríaca atuou sobre ela para desestabilizá-la, o que acabou por gerar um fluxo laminar, eliminando os vórtices e movimentos caóticos do líquido - em um fluxo laminar, o fluido se movimenta em camadas paralelas que não se misturam.
O segredo está no perfil de velocidade, isto é, na variação da velocidade do fluxo quando ele é observado em diferentes posições ao longo da seção do tubo: O fluxo é mais rápido no meio do cano e bem mais lento próximo às paredes do cano.
Colocando rotores que reduzem essa diferença de velocidade entre o centro e as bordas, a equipe obteve um perfil mais "plano" da velocidade. Para esses perfis de fluxo, os processos que sustentam e criam redemoinhos turbulentos falham, e o fluido retorna gradualmente ao movimento laminar suave, permanecendo laminar até chegar ao fim do tubo.
A equipe descobriu ainda duas outras maneiras de obter o perfil plano de velocidade: Injetar líquido a partir da parede do cano e movimentar o próprio cano.
"Nas simulações computacionais testamos o impacto do perfil plano de velocidade para números de Reynolds até 100.000, e funcionou absolutamente em todos os casos. O próximo passo agora será fazer com que funcione também nos experimentos em altas velocidades," disse o professor Björn Hof, coordenador da equipe.

Bibliografia:

Destabilizing turbulence in pipe flow
Jakob Kühnen, Baofang Song, Davide Scarselli, Nazmi Burak Budanur, Michael Riedl, Ashley P. Willis, Marc Avila, Björn Hof
Nature Physics
DOI: 10.1038/s41567-017-0018-3
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Turbulência domada dentro de canos reduz 95% da energia do bombeamento. 24/01/2018. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=turbulencia-domada-dentro-canos-reduz-95-energia-bombeamento. Capturado em 07/05/2018. 

07/05/2018

Navio com vela rotativa entra em testes

Existem projetos de navios a vela que tornam os cargueiros marítimos modernos bem parecidos com seus similares antes do advento do vapor, mas existem também designs que tornam o navio inteiro uma enorme vela.
O estaleiro finlandês Norsepower queria algo mais imediato, que tornasse possível dotar os navios atuais, que já estão navegando, de uma fonte adicional de impulso que lhes permita economizar combustível.


Navio com vela rotativa
O teste está sendo feito com apenas uma vela rotativa, mas um cargueiro pode facilmente acomodar seis delas. [Imagem: RotorDEMO]

A solução encontrada é uma vela rotativa, uma versão modernizada de um rotor Flettner, inventado pelo engenheiro alemão Anton Flettner há cerca de 100 anos.
A vela rotativa baseia-se no efeito Magnus, pelo qual o vento que passa por um cilindro giratório move o ar mais rapidamente de um lado do que de outro, o que resulta em um empuxo a 90º da direção do vento - o efeito Magnus já foi usado para projetar bolas de futebol e um sistema de geração de eletricidade usando balões.
Navio com vela rotativa
O rotor Flettner tira proveito do efeito Magnus. [Imagem: RotorDEMO]

A disponibilidade de materiais compósitos de última geração permitiu construir a vela rotativa de 24 metros com a resistência necessária, mas também com um peso que permite sua instalação rápida em navios já operacionais usando guindastes comuns.
A primeira vela rotativa foi instalada no navio M/S Viking Grace, que deverá ter uma redução no consumo de combustível de até 30% e redução de emissões de carbono de 900 toneladas por ano, dependendo da rota - durante os testes ele está fazendo o trajeto entre Turku, na Finlândia, e Estocolmo, na Suécia.
Os testes deverão durar até o final deste ano. Se as previsões de economia se confirmarem, o estaleiro estima que a vela rotativa poderá ser instalada em até 20.000 navios atualmente em circulação.

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