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Original Energy - Como Ganhar Dinheiro com Energia Solar?




A Original Energy está atuando no mercado de Energia Solar desde 2014. Possui 12 franquias espalhadas por todo o Brasil e no ano de 2019 abriu a oportunidade para que qualquer pessoa possa fazer parte da implantação de usinas fotovoltaicas ao permitir que proprietários de placas solares possam alugar seus equipamentos para a usina e receberem por isso um aluguel mensal que em 12 meses dobra o capital investido na aquisição do módulo.


A melhor maneira para você lucrar com energia solar é através da locação de módulos fotovoltaicos para uma Usina Solar, pois além de você receber um aluguel todos os meses, direto na sua conta bancária, você não precisa de nenhum outro conhecimento técnico ou gasto. A equipe da Original se encarrega de toda a operação da usina, sem qualquer custo adicional para você.

ENTENDA PORQUE A ENERGIA SOLAR É A MELHOR OPORTUNIDADE PARA VOCÊ GANHAR DINHEIRO NESTE MOMENTO 

Devido as constantes secas, crises de energia no setor elétrico, aumento da conta de luz e a demanda pela diversificação da matriz energética no país, o mercado de energia fotovoltaica teve crescimento recorde no ano de 2018 e perspectiva de crescimento de 300% em 2020.

A CRISE ENERGÉTICA 

Em épocas de estiagem nas usinas hidrelétricas, o consumidor tem um grande aumento no custo da energia elétrica, o que nos leva a uma grande demanda por energia mais limpa e mais barata. Com aumento de demanda elétrica e escassez de produção nas usinas hidrelétricas, são despejados na atmosfera grandes quantidades de gases do efeito estufa, resultante da queima de combustíveis fósseis usados para gerar energia. A energia solar, além de mais barata é 100% limpa e renovável. 

FLUXO DA OPERAÇÃO 
  1. Para fazer o cadastro CLIQUE AQUI!  Depois de cadastrar, você receberá instantaneamente um link no seu e-mail com as instruções de acesso a loja virtual da Original Energy, onde você poderá adquirir os módulos fotovoltaicos.
  2. Durante a compra, você indica que deseja fazer a locação do seu módulo para a usina. Após a compra, será gerado um contrato de locação entre você e a Original, que te dá a máxima segurança perante a lei (semelhante ao contrato usado para alugar um imóvel, por exemplo).
  3. A placa é enviada direto para a usina, com frete gratuito e você recebe a Nota Fiscal direto no seu e-mail (o que garante que você é o dono daquela placa). Pronto, agora a Original Energy irá instalar e cuidar da placa e você receberá todos os meses em sua conta bancária o aluguel de suas placas fotovoltaicas. Qualquer dúvida deixe sua pergunta nos CONTATOS por email ou whatsapp.








Veja a simulação abaixo com o aluguel de módulos fotovoltaicos no período de 1 ano:

1 Módulo

R$150,00/mês
  • Investe R$900,00
  • Recebe R$1.800,00 em 12 x R$150,00
  • 100% de lucro

10 Módulos

R$1.500,00/mês
  • Investe R$9.000,00
  • Recebe R$18.000,00 em 12 x R$1.500,00
  • 100% de lucro

50 Módulos

R$7.500,00/mês
  • Investe R$45.000,00
  • Recebe R$90.000,00 em 12 x R$7.500,00
  • 100% de lucro





Perguntas Frequentes


É seguro?

Sim, é completamente seguro. 
Ao adquirir sua placa fotovoltaica através da compra online, você recebe a NF que garante a sua propriedade sobre o equipamento.
Da mesma forma, ao alugar a placa para a usina, é feito um contrato de locação entre você e a Original, que garante o pagamento do aluguel pelos próximos 12 meses. Esse tipo de contrato de locação é tão seguro, que se não fosse por isso, não existiria o aluguel de casas ou apartamentos no nosso país.

É pirâmide?

Absolutamente não. Isso não tem nada haver com esquemas de enriquecimento ilícito, pirâmide financeira ou esquemas Ponzi.
Também não se trata de uma operação no mercado financeiro.
Esta é uma oportunidade de locação de ativos (módulos fotovoltaicos), através do qual você consegue dobrar o seu dinheiro em até 12 meses.
Esse tipo de operação de locação de ativos é tão comum hoje, que existem diversas modalidades em uso no país atualmente. Desde locação de bicicletas e patinetes até imóveis comerciais e industriais. Todos, inclusive as placas fotovoltaicas tem o mesmo princípio, o que muda é o quanto você precisa investir e em quanto tempo terá o retorno de seu capital.

Como é possível conseguir 100% de lucro em 1 ano?

Isso é matematicamente comprovado através de alguns cálculos bem simples. Para ver essa conta passo a passo e entender a matemática financeira desta oportunidade, clique neste link:

Preciso de experiência?

Não. Toda a instalação e operação é feita pela Original Energy. Após você alugar os módulos para a usina, todos os meses o aluguel é depositado na sua conta bancária sem que você precise fazer absolutamente nada. É no piloto automático.

Vou precisar vender alguma coisa para alguém?

Não. Você não precisa vender nenhum outro tipo de produto nem nada. Basta adquirir seus módulos fotovoltaicos e alugá-los. Não precisa fazer mais nada.
E claro, que quando te perguntarem como está ganhando dinheiro, se você indicar a Original também recebe um bônus por essa indicação.

Quantos módulos posso comprar?

Você pode comprar quantos módulos quiser, desde que tenham módulos disponíveis para venda.
Como em qualquer loja, o estoque é dinâmico, isso quer dizer que os módulos podem acabar e ficar indisponíveis para compra.

A consulta pública da ANEEL representa algum risco?

Não, de forma alguma. A consulta pública ainda não definiu nenhuma mudança no mercado de energia fotovoltaica e ainda segue sem previsão de como ou quando isso pode ocorrer. Mesmo que seja decidido pela cobrança de taxas na geração da energia solar, isso não acarreta em impacto algum para quem já tiver um contrato em vigor com a Original Energy.
Caso exista alguma mudança, ainda assim, os sistemas de geração que já estiverem instalados terão ainda um período de 10 anos conforme as regras atuais. Tempo 10 vezes maior do que o necessário para você dobrar o seu capital.

O que acontece depois que acaba o contrato?

Após encerrar o período de 12 meses de aluguel, você tem 3 opções.
A primeira é vender o seu módulo fotovoltaico para a Original Energy por R$ 150,00
A segunda é doar a geração de energia do seu módulo para uma entidade socioambiental.
A terceira é você resgatar o seu módulo, pagando apenas o custo de desinstalação e o frete para que você o receba em sua residência.

Posso pedir cancelamento ou meu dinheiro de volta?

Sim. Você tem 7 dias de garantia incondicional para solicitar a devolução dos seus módulos fotovoltaicos que não tiverem sido alugados para a Usina. Basta solicitar a devolução e você receberá todo seu dinheiro de volta, sem qualquer tipo de questionamento.


Eletromecânico v2015045 Belgo Bekaert Arames - Feira de Santana/BA

Buscamos pessoas que tenham interesse em atuar na área de manutenção eletromecânica.
As principais atividades a serem desenvolvidas são:
  • Realizar a manutenção corretiva elétrica, eletrônica e mecânica de máquinas e equipamentos, realizando a inspeção visual, caso detectado algum desgaste ou fim da vida útil, providenciar a troca dos mesmos, visando contribuir para a minimização dos índices de manutenção.
  • Executar manutenção eletromecânica corretiva em instalações e equipamentos (reparos, reajustes, substituição de peças ou componentes).
  • Executar reformas, reparos de peças e conjuntos nas oficinas.
Requisitos necessários:
  • Ensino Médio completo;
  • Curso Técnico ou profissionalizante Eletromecânica;
  • Experiência na função;
  • NR10 40 Horas.
 Principais competências:
  • Espírito de Equipe;
  • Boa comunicação. 
Benefícios
  • Assistência médica
  • Assistência odontológica
  • Auxílio academia
  • Cesta de natal
  • Participação nos Lucros ou Resultados
  • Previdência privada
  • Restaurante interno
  • Seguro de vida
  • Vale-transporte

Tecnologia de ponta, alta qualidade, evolução constante e confiabilidade. Estes são os pilares que tornam a Belgo Bekaert líder e referência no mercado brasileiro de fabricação de arames com mais de 20 anos de história.
Produzimos soluções em arames para proporcionar às pessoas um dia a dia cada vez melhor. Buscamos pessoas que estejam com disposição para aprender e expor suas ideias e opiniões, que estejam abertas ao feedback e entendam que vivemos num cenário de constantes mudanças, onde a inovação é fundamental.

Estagiário Técnico v2010302 - Camaçari/BA

Empresa Multinacional contrata estagiário técnico na região de Camaçari/BA.
Requisitos:
Cursando Técnico em Mecânica, Mecatrônica ou Elétrica, com finalização prevista para (12/2020 ou 12/2021).
Necessário Excel Avançado.
Desejável Inglês Avançado / Fluente.
Benefícios
  • Assistência médica
  • Assistência odontológica
  • Vale alimentação
  • Vale-transporte

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Inaugurada na China a maior ponte "impressa em 3D" do mundo

Engenheiros da Universidade Tsinghua, na China, inauguraram a maior ponte de concreto do mundo construída inteiramente pela técnica de impressão 3D.
A ponte para pedestres tem 26,3 metros de comprimento, 3,6 metros de largura e um vão livre de 14,4 metros.
A estrutura foi inspirada na antiga ponte Anji, em Zhaoxian, com uma estrutura de um único arco para suportar a carga.
Antes do processo de impressão da ponte, um modelo físico na escala 1:4 foi construído para realizar o teste de falha de estrutura, que provou que a resistência da ponte pode atender aos requisitos de carga para suportar pedestres lotando toda a ponte.
O sistema de impressão 3D de concreto foi desenvolvido pela equipe do professor Xu Weiguo, que automatiza todo o processo, do projeto arquitetônico até a composição do material e sua aplicação no canteiro de obras.
Os materiais de impressão são todos materiais compósitos formados por misturas de concreto e fibra de polietileno em várias proporções.
Segundo o engenheiro, o sistema tem três pontos de inovação principais, suficientes para lhe dar a "posição de liderança neste campo internacionalmente".
A primeira é a ferramenta de impressão que vai no braço do robô, que evita a obstrução no processo de extrusão e o colapso durante o empilhamento das camadas de concreto. A segunda é a integração total do sistema, partindo do projeto arquitetônico digital até a geração do caminho de impressão, o bombeamento de material, o movimento da ferramenta de impressão e o movimento do braço do robô. A terceira é uma fórmula única do material de impressão, um concreto pastoso com uma reologia estável.
A ponte inteira foi impressa por dois braços robóticos em 450 horas e custou apenas dois terços do orçamento para a mesma ponte ser construída pelas técnicas convencionais graças à eliminação de formas, barras de reforço e materiais de sustentação.
A ponte consiste de três partes: a estrutura do arco, os corrimãos e as calçadas. A estrutura principal contém 44 unidades de concreto impressas em 3D vazadas no tamanho de 0,9 x 0,9 x 1,6 metro. Os corrimãos e o pavimento também foram divididos em 68 e 64 unidades para impressão, respectivamente.
A ponte recebeu um sistema de monitoramento em tempo real incorporado, incluindo sensores de tensão de fios vibratórios e um sistema de monitoramento de deformação de alta precisão, que irá coletar dados de força e deformação da ponte em tempo real.
Esses dados serão usados no monitoramento do desempenho dos novos materiais de concreto utilizados e nas propriedades mecânicas estruturais dos componentes de impressão, disse Weiguo.
Fonte: Inovação Tecnológica/Portal CIMM

Internet das coisas já ajuda o produtor no campo

Sensores de diagnóstico existem em diversos tamanhos e formatos. Dependendo da aplicação, porém, certos sensores podem ser bem menos eficazes do que outros justamente devido ao seu tamanho. Para quem lida com tratores e máquinas agrícolas, observar isso é fundamental.

O sucesso do agronegócio está diretamente relacionado à operação consistente dos tratores e demais equipamentos usados no campo. É preciso garantir os melhores níveis de desempenho e segurança para que o proprietário obtenha o retorno adequado sobre seu investimento.

Por que monitorar?

Equipamentos agrícolas são empregados em ambientes agressivos; por isso, o monitoramento das condições de trabalho tornou-se um recurso essencial para o correto diagnóstico e manutenção desses ativos.

Variações de temperatura, pó e sujeira entupindo componentes e outros fatores de desgaste contribuem para o baixo rendimento dos equipamentos e podem causar danos significativos ao longo do tempo.

À medida que o mercado agrícola se torna mais competitivo, fazendeiros, equipes de manutenção e mecânicos procuram novas formas de reduzir custos.

Neste cenário, quem conseguir monitorar as reais condições de trabalho da máquina no campo poderá identificar o momento mais adequado para reparar ou substituir um componente. Uma estratégia confiável de monitoramento certamente ajudará a reduzir o volume de peças de reposição em estoque, minimizando rotinas desnecessárias de manutenção e tempo de inatividade.

Melhor sem fios
Ainda que os sistemas de monitoramento com fio sejam eficazes, seu uso em máquinas agrícolas não é recomendado, já que estas devem estar em movimento na hora de coletar os dados de desempenho.

Além disso, cabos soltos podem enroscar nas máquinas em operação e, como esses sensores devem ser instalados e removidos com frequência, os operadores perdem tempo carregando cabos, sensores e displays que ocupam muito espaço na cabine do trator. Contudo, hoje já existem sensores compactos sem fio que podem ser instalados em espaços reduzidos, inclusive mais próximos às áreas de interesse da máquina, de modo a permitir uma leitura mais precisa.

A boa notícia

Alguns desses sensores atendem aos conceitos de conectividade da Internet Industrial das Coisas (IIoT), que garantem o monitoramento consistente, nutrido por um volume de dados susbtancialmente mais robusto.

É possível parear esses sensores com tablets e celulares, para que os usuários analisem os dados remotamente, sem sair da cabine do veículo. Essa tecnologia é ideal para observar indicadores como a temperatura de trabalho ou a pressão do sistema hidráulico do trator.

É exatamente assim que funciona a solução da Parker formada pelos sensores compactos sem fio SensoNODE™em conjunto com o software SCOUT™. Com o monitoramento remoto em tempo real das condições de trabalho da máquina, agora o produtor agrícola já pode colher resultados otimizados ao final de cada safra.

SensoNODE Blue + software SCOUT

• Melhora a eficiência operacional
• Coleta dados em tempo real com maior precisão
• Gera análises mais completas
• Previne falhas e reduz custos de manutenção


Fonte: Parker Hannifin

Temperatura Operacional dos Rolamentos

As dimensões de um rolamento em operação são alteradas como resultado de transformações estruturais do material. Essas transformações são influenciadas por temperatura, tempo de aplicação e tensão. Dentre esses, a temperatura representa o fator de maior possibilidade de controle. Para evitar alterações dimensionais inadmissíveis em funcionamento, os fabricantes recomendam um monitoramento da temperatura operacional de trabalho através de Planos de Lubrificação e Ensaios Não-Destrutivos de Termografia. 
A temperatura operacional permitida é limitada pelas vedações e pelo lubrificante utilizado no equipamento. O funcionamento satisfatório dos rolamentos em temperaturas elevadas também depende se o lubrificante escolhido reterá suas propriedades de lubrificação e se os materiais utilizados para as vedações são adequados. As temperaturas de funcionamento mais favoráveis [ver tabela abaixo] serão obtidas quando a quantidade mínima de lubrificante necessária para uma lubrificação confiável do rolamento for fornecida. No entanto, quando o lubrificante tem funções adicionais, como vedação ou dissipação do calor, podem ser exigidas quantidades adicionais na lubrificação.
Figura 1 - Faixas de Temperaturas Operacionais - Clique para ampliar

Programas de Manutenção Preditivas e Preventivas proporcionam monitoramento e controle da temperatura operacional, proporcionando aos rolamentos maior vida útil e aos equipamentos maior eficiência e melhor custo benefício. 

Fontes: 
Vibration Magazine, Vol 4, nr 1, Mar/88;
Treinamento especialista em Rolamentos, SKF do Brasil.

Classes de isolamento dos motores de indução


Sendo o motor de indução uma máquina robusta e de construção simples, a sua vida útil depende quase exclusivamente da vida útil da isolação dos seus enrolamentos [três conjuntos iguais de bobinas, uma para cada fase, formando um sistema trifásico ligado à rede trifásica de alimentação].

A isolação dos enrolamentos dos motores é afetada por muitos fatores, tais como: temperatura, umidade, vibrações, ambientes corrosivos. Dentre todos os fatores, o mais importante é, sem dúvida, a temperatura de trabalho dos materiais isolantes empregados. 

Um aumento de 8 a 10 graus na temperatura da isolação reduz sua vida útil pela metade. Quando se fala em diminuição da vida útil do motor, não se refere às temperaturas elevadas, quando o isolante se queima e o enrolamento é destruído de repente. 

A vida útil da isolação [em termos de temperatura de trabalho, bem abaixo daquela em que o material se queima], refere-se ao envelhecimento gradual do isolante, que vai se tornando ressecado, perdendo o poder isolante, até que não suporte mais a tensão aplicada e produza o curto-circuito. 

A experiência mostra que a isolação tem duração praticamente ilimitada, se a sua temperatura for mantida abaixo de certo limite. Acima deste valor, a vida útil da isolação vai se tornando cada vez mais curta, à medida que a temperatura de trabalho é mais alta. 

Este limite de temperatura é muito mais baixo que a temperatura de "queima" do isolante e depende do tipo de material empregado. Esta limitação de temperatura refere-se ao ponto mais quente da isolação e não necessariamente ao enrolamento todo. Evidentemente, basta um "ponto fraco" no interior da bobina para que o enrolamento fique inutilizado.

O limite de temperatura depende do tipo de material empregado na construção de cada motor. Para fins de normalização, os materiais isolantes e os sistemas de isolamento [cada um formado pela combinação de vários materiais] são agrupados em classes de isolamento, cada qual definida pelo respectivo limite de temperatura, ou seja, pela maior temperatura que o material pode suportar continuamente sem que seja afetada sua vida útil. 

As classes de isolamento utilizadas em máquinas elétricas e os respectivos limites de temperatura, conforme NBR 7094, são as seguintes:

  • Classe A [105 ºC]
  • Classe E [120 ºC] 
  • Classe B [130 ºC] 
  • Classe F [155 ºC] 
  • Classe H [180 ºC]

As classes B e F são as comumente utilizadas nos motores de indução atualmente.

Motor de Indução Trifásico

Motor de Indução Trifásico

O que caracteriza um motor de indução é que só o estator é ligado à rede de alimentação. O rotor não é alimentado externamente e as correntes que circulam são induzidas eletromagneticamente pelo estator. Daí o nome de motor de indução. O motor de indução trifásico é composto do Estator, do Rotor & de outros componentes.






Componentes do Estator

Carcaça: é o suporte do conjunto, de construção robusta em ferro fundido, aço ou alumínio injetado, resistente à corrosão e com aletas.
Núcleo de chapas: as chapas são de aço magnético, tratadas termicamente para reduzir ao mínimo as perdas no ferro.
Enrolamentos do estator: três conjuntos iguais de bobinas, uma para cada fase, formando um sistema trifásico ligado à rede trifásica de alimentação.

Componentes do Rotor

Eixo: transmite a potência mecânica desenvolvida pelo motor. É fabricado em liga de aço, tratado termicamente, para evitar problemas com empenamento e fadiga.
Núcleo de chapas: as chapas possuem as mesmas características das chapas do estator.
Barras e anéis de curto-circuito: são de alumínio injetado sob pressão numa única peça.
Chaveta:  elemento de máquina empregado em uniões móveis com o objetivo de acoplar peças do equipamento ao seu eixo para evitar deslizamentos.

Outras partes do motor de indução 

Tampas [alojamentos de mancais]; Ventoinha; Tampa defletora; Caixa de ligação; Terminais; Mancais de Rolamentos; Placa de Identificação.

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Motor Elétrico - Aula 1
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Micromotor de combustão funciona em um chip

Motor a hidrogênio ou motor elétrico? As baterias resolvem bem os problemas dos aparelhos eletrônicos, mas a miniaturização de equipamentos mecânicos exige outros tipos de acionamento.
Para esses casos, uma equipe de pesquisadores da Rússia, Holanda e Alemanha criou um novo tipo de micromotor a combustão.



O projeto é tão inovador e surpreendente que os pesquisadores confessam que não sabem exatamente como ele funciona: no artigo científico, eles descrevem como eles "acreditam" que ele funciona.
O que eles sabem é que o combustível do micromotor são bolhas de oxigênio e hidrogênio, que parecem entrar em combustão dentro de uma pequena câmara que possui uma membrana flexível em uma de suas extremidades.
A câmara de combustão fica cheia de uma solução salina, que é suprida por dois canais laterais. Dois fios injetam eletricidade na solução salina, o que faz o hidrogênio e o oxigênio da água se dissociarem por eletrólise.
As pequenas bolhas de gás geradas elevam a pressão dentro da câmara (3,6 bar), forçando a membrana ligeiramente para fora - ela se desloca cerca de 1,4 micrômetro. Quando a corrente elétrica é desligada, a membrana volta à sua posição original.
E é aí que acontece a "mágica" do funcionamento do micromotor, que ainda precisa ser elucidada: a membrana volta rápido demais, muito mais rápido do que poderia ser explicado pela dissipação.
Os pesquisadores suspeitam que o hidrogênio e o oxigênio entram em combustão, gerando água novamente, embora haja a possibilidade da existência de passos adicionais nesse processo.
Outro ponto de vista é que, como o que é suprido para o motor é a eletricidade que gera a eletrólise, então ele seria um motor elétrico. Mas o essencial é que ligar e desligar a corrente elétrica gera um movimento mecânico que pode ser explorado para alguma finalidade útil.
O micromotor é minúsculo, medindo 100 x 100 x 5 micrômetros - essencialmente um motor em um chip, já que ele foi fabricado em uma pastilha de silício usando as mesmas técnicas da microeletrônica.
Segundo a equipe, o micromotor produz um torque muito elevado para o seu tamanho, o que permitirá seu uso como bomba de fluidos, em biochips ou até mesmo no interior do corpo humano.
Agora os pesquisadores querem descobrir o menor tamanho possível do micromotor, além de obter novas pistas sobre seu princípio de funcionamento. "Este atuador é o primeiro passo para motores a combustão verdadeiramente microscópicos," afirmam eles.
Fonte: InovaçãoTecnológica

Ônibus elétricos recarregáveis sem fio

Uma tecnologia que promete mudar as perspectivas do mercado de carros movidos à eletricidade começou a ser testada em dois ônibus na Coréia do Sul: a recarga sem fio. Conhecidos como Veículos Elétricos Online (Olevs, na sigla em inglês), esses meios de transporte podem encher suas baterias enquanto rodam sobre trechos de asfalto especialmente equipado.
Ao invés de ter que parar para se conectarem, os ônibus recolhem energia de cabos colocados sob as ruas por meio de uma tecnologia chamada Campo Magnético Estruturado em Ressonância (SMFIR, na sigla original), desenvolvida pelo Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coréia.
O funcionamento dessa tecnologia tem baixo custo, já que os cabos de força só precisa ser instalados em 5 a 15% da rota e só são ativados quando os veículos passam por cima deles, reduzindo o uso de força. Além disso, o sistema possui grande eficiência, utilizando 85% da energia que é emitida pelas linhas.
Presente e futuro
Atualmente, os dois ônibus estão circulando em uma linha especial de cerca de 24 km na cidade de Gumi. Os governantes do município pretendem ampliar a frota de Olevs para 12 veículos até 2015. Com relação ao resto do mundo, há planos de implantar a tecnologia no aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, e em Park City, no estado norte-americano de Utah.
Ainda assim, é difícil imaginar a utilização da SMFIR como algo prático para os carros de passageiros comuns, já que envolveria obras em todas as vias públicas, em todos os lugares, caso contrário não beneficiaria igualmente todos os cidadãos.

Simulador robótico manipula e controla os comandos de voo

Do lado de fora, ele parece um grande braço robótico industrial segurando um cockpit. Mas, para o piloto dentro do simulador, tudo se parece com uma aeronave real, incluindo as paisagens ao redor e abaixo dele.
 
Depois que o piloto se senta neste que se tornou o mais moderno simulador de voo do mundo, o braço robótico posiciona-se em um lado da sala cercado de telas de alta definição de todos os lados - incluindo o teto e o chão.
 
Isso cria um ambiente totalmente imersivo, permitindo que o piloto tenha uma visão completa da paisagem ao redor, incluindo cenas reais de aeroportos.
 
Quando ele manipula os controles, os comandos de voo são convertidos em movimentos correspondentes do braço robótico em tempo real. Os pilotos geralmente estudam e são treinados em cabines montadas sobre uma plataforma móvel com seis graus de liberdade.
 
O grande inconveniente destes sistemas é o preço, variando entre 10 e 30 milhões de dólares.
 
Simulador de voo robótico
 
"Um simulador montado em um robô industrial pode reduzir estes custos para cerca de um milhão de euros [US$1,3 mi]", explica Tobias Bellmann, que desenvolveu o simulador robótico com seus colegas Johann Heindl e Olaf Gühring, todos do Centro Aeroespacial Alemão (DLR).
 
O grande feito do trio foi usar um único braço robótico para implementar o voo de forma interativa.
 
Isso significa que o piloto não precisa voar em trajetórias predefinidas - ele pode controlar a cápsula do jeito que quiser.
 
"Para nós, isso significa que os movimentos do braço robótico têm que ser calculados em tempo real - em outras palavras, muito rapidamente - porque não podem ser planejados com antecedência", explica Bellmann.
 
O simulador também pode funcionar para outros tipos de veículos, incluindo carros e até navios - para isto, basta trocar o software de controle e as cenas projetadas nas telas.

Fonte: Inovação Tecnológica

Mão biônica: motores individuais para cada dedo


Já imaginou viver sem o movimento de uma das mãos? Para minimizar a perda física, que também afeta a autoestima e a independência, uma empresa de Leeds, na Inglaterra, investe em tecnologia de ponta. A RSL Steeper criou a mão biônica mais moderna do mercado, que está sendo usada por 300 pessoas pelo mundo.
A Bebionic Three, como é chamada, foi lançada em setembro do ano passado. Cada dedo tem um motor individual, o que permite 14 tipos de movimentos, dos mais delicados e precisos, como segurar um cartão, aos mais vigorosos, como levantar peso. Foram precisos quatro anos de pesquisa para que os cientistas chegassem à última versão da prótese.
Prótese mais avançada do mundo tem motores individuais para cada dedo. Lançada em setembro do ano passado, mão biônica já está sendo usada por 300 pacientes pelo mundo (Foto: Reprodução/Globo News)
A mão biônica é controlada pela contração de dois músculos do braço que ficam logo abaixo do cotovelo. “Temos os sensores que ficam na pele, dentro da manopla. Um é responsável por fechar a mão e outro, por abri-la”, explica o gerente de produtos Bruce Rattray.
Uma das principais preocupações da empresa é evitar cópias. Para isso, a prótese está protegida por quatro patentes e tem uma equipe dedicada de cerca de 40 pessoas para melhorar suas funcionalidades. “Estamos sempre tentando produzir algo mais silencioso, mais rápido, mais forte e mais robusto para o paciente”, destaca o engenheiro mecânico sênior Jake Goodwin. A maioria das sugestões de melhoria parte dos próprios clientes.
Junto com engenheiros, uma dupla fica responsável pela parte eletrônica. Na tela do computador, códigos definem os movimentos da mão e são testados na hora. “Podemos ver as bordas em 3D, assim podemos transferir para o pessoal da mecânica verificar se ela se encaixa antes de construí-la”, diz a chefe de design eletrônico Courtney Medynski.
Não basta desenhar tudo no computador, é preciso ver se as ideias vão funcionar de fato. “A durabilidade é muito importante para nós e para o usuário final. Ele quer poder confiar totalmente na mão biônica que estiver usando”, avalia Rattray, responsável pelos testes para garantir a eficiência do produto.
Com tudo aprovado, é hora de montar a Bebionic Three, um trabalho completamente artesanal que leva aproximadamente quatro horas e meia. São 240 peças, incluindo parafusos, motores que vêm da Alemanha e outras peças que são fabricadas na própria Grã-Bretanha.
Desde o lançamento, já foram vendidas mais de 300 unidades da prótese, a maioria para os Estados Unidos. Antes de criar expectativa, a empresa alerta que é preciso fazer exames e checar se o paciente tem condições físicas de controlar a prótese que, no Brasil, varia entre US$ 25 e US$ 30 mil, sem incluir atendimento médico e treinamento.

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