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Roteiro para Elaboração do Relatório Técnico


  1. Objetivo: Descrever os objetivos com clareza, definindo os participantes do grupo de coleta de dados e o que se espera da Inspeção.
  2. Material Utilizado: Nome do equipamento utilizado, número de série, resolução (erro de escala). Coletar também dados do material a ser inspecionado.
  3. Procedimento Experimental: Descrever a inspeção, detalhando o que foi realizado para coletar os dados, através de ilustrações devidamente identificadas, escrevendo de forma simples e objetiva, com vocabulário técnico, visando explicar a inspeção para uma pessoa que não estava presente na coleta de dados.
  4. Dados Obtidos: Apresentar de forma organizada, de preferência em tabelas, identificando suas unidades de medida e seus respectivos erros de escala. Descrever as fórmulas utilizadas para obter os resultados.
  5. Análise Estatística: Devem ser apresentados em tópicos, detalhando passo-a-passo cada dado observado.
  6. Síntese: Conclusão dos resultados de maneira que fiquem expostas as diferentes impressões que se obteve na inspeção. Quantificar comparações, colocando o conhecimento do Inspetor sobre a inspeção.
  7. Conclusão: Expor de maneira pessoal quais foram as impressões que ficaram da Inspeção, deixando claro quais foram as habilidades desenvolvidas com a inspeção.

Apostilas Petrobras - Técnico Segurança do Trabalho

TÉCNICO(A) DE SEGURANÇA JÚNIOR


BLOCO 1 - PRINCÍPIOS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: Caldeiras e vasos de pressão; Movimentação de cargas; Instalações elétricas; Máquinas e ferramentas; Trabalhos a quente (soldagem, corte e ferramentas abrasivas); Trabalho em espaços confinados; Construção civil; Trabalhos em altura; ELEMENTOS DE HIGIENE OCUPACIONAL: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais; Gases e vapores; Aerodispersóides; Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos; Exposição ao ruído; Exposição ao calor; Metodologias de avaliação ambiental estabelecidas pela Fundacentro; Radiações ionizantes e não-ionizantes; Trabalho sob condições hiperbáricas; Limites de tolerância e de exposição; FUNDAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO: Sistemas fixos e portáteis de combate ao fogo; Armazenamento de produtos inflamáveis; Brigadas de incêndio; Plano de emergência e de auxílio mútuo; LEGISLAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS: Segurança e Saúde na Constituição Federal e na Consolidação das Leis do Trabalho; Normas Regulamentadoras de SST; Convenções da Organização Internacional do Trabalho; Benefícios previdenciários decorrentes de acidentes do trabalho; Perfil Profissiográfico Previdenciário.


BLOCO 2 - ACIDENTE DO TRABALHO: Conceito técnico e legal; Causas e consequências dos acidentes; Taxas de frequência e gravidade; Estatísticas de acidentes; Custos dos acidentes; Comunicação e registro de acidentes; Investigação e análise de acidentes; PRINCÍPIOS DE ANÁLISE, AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS: Inspeção de segurança; Técnicas de análise de risco: APR e HAZOP; PRINCÍPIOS DE GESTÃO DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE: Organização e atribuições do SESMT e da CIPA; Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional de acordo com a OHSAS 18001; Diretrizes da OIT sobre Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho; Noções de Desenvolvimento Sustentável.


BLOCO 3 - AÇÕES DE SAÚDE: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional; Prevenção de Doenças Relacionadas ao Trabalho; Suporte Básico à Vida; ELEMENTOS DE ERGONOMIA: Conforto ambiental; Organização do trabalho; Mobiliário e equipamentos dos postos de trabalho; PRINCÍPIOS DE PLANEJAMENTO E RESPOSTA A EMERGÊNCIAS: Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos - P2R2. (Decreto Federal nº 5.098/2004 e suas alterações); Resolução CONAMA nº 398/2008 e suas alterações; Noções de resposta à contingência em acidentes com hidrocarbonetos líquidos e gasosos; Noções de Sistema de Comando de Incidentes: princípios, funções, estrutura e recursos; PLANO NACIONAL DE CONTINGÊNCIA (Decreto Federal nº 8.127/2013).

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA OS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO

LÍNGUA PORTUGUESA: 1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Ortografia (acentuação, emprego de s, z, ç, x, ch, ss, sc, cç, j e g). 3. Morfossintaxe (flexão de número, formação de plural) 4.Sintaxe (concordância nominal e verbal, regência verbal e nominal, colocação pronominal, crase e conjugação de verbos irregulares). 5. Pontuação. 6. Semântica (sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos).

MATEMÁTICA: 1.Teoria dos conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações. Funções e equações polinomiais e transcendentais (exponenciais, logarítmicas e trigonométricas). 2. Análise combinatória, progressão aritmética, progressão geométrica e probabilidade básica. 3. Matrizes, determinantes e sistemas lineares. 4. Geometria plana: Áreas e perímetros. 5. Geometria espacial: áreas e volumes. 6. Estatística básica. 7. Noções básicas de matemática financeira. 8. Aritmética.

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8088 VAGAS - CONCURSO PETROBRAS 2014

A Petrobrás acabou de publicar o edital de abertura do concurso público que visa o preenchimento de vagas efetivas e formação de cadastro de reserva, em cargos dos níveis médio e superior. No total, serão 8.088 oportunidades, sendo 663 vagas imediatas e 7.425 em reserva.
No setor de engenharia, as oportunidades são para Engenheiro(a) Civil JúniorEngenheiro(a) de Equipamentos Júnior – ElétricaEngenheiro(a) de Equipamentos Júnior – EletrônicaEngenheiro(a) de Equipamentos JúniorEngenheiro(a) de Equipamentos Júnior – MecânicaEngenheiro(a) de Petróleo JúniorEngenheiro(a) de Processamento JúniorEngenheiro(a) de Produção Júnior e Engenheiro(a) de Segurança Júnior, com remuneração inicial de R$ 8.081,98.
Já para o nível técnico, as vagas são para Técnico(a) Ambiental Júnior, Técnico(a) de Administração e Controle Júnior, Técnico(a) de Comercialização e Logística Júnior, Técnico(a) de Enfermagem do Trabalho Júnior, Técnico(a) de Estabilidade Júnior, Técnico(a) de Exploração de Petróleo Júnior – Geodésia, Técnico(a) de Exploração de Petróleo Júnior – Geologia, Técnico(a) de Exploração de Petróleo Júnior – Informática, Técnico(a) de Informática Júnior, Técnico(a) de Inspeção de Equipamentos e Instalações Júnior, Técnico(a) de Inspeção de Equipamentos e Instalações Júnior, Técnico(a) de Logística de Transporte Júnior – Controle, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Caldeiraria, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Elétrica, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Eletrônica, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Instrumentação, Técnico(a) de Manutenção Júnior – Mecânica, Técnico(a) de Operação Júnior, Técnico(a) de Perfuração e Poços Júnior, Técnico(a) de Projetos, Construção e Montagem Júnior – Edificações, Técnico(a) de Projetos, Construção e Montagem Júnior – Elétrica, Técnico(a) de Projetos, Construção e Montagem Júnior – Mecânica, Técnico(a) de Segurança Júnior, Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Júnior – Administração, Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Júnior – Elétrica, Técnico(a) de Suprimento de Bens e Serviços Júnior – Mecânica e Técnico(a) Químico de Petróleo Júnior, com remuneração inicial de R$ 3.400,47.
As inscrições serão recebidas a partir do dia 25 de setembro, indo até 20 de outubro de 2014 (através do site da Cesgranrio, organizadora do certame), mediante o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 40,00 para níveis médio e técnico e R$ 58,00 para nível superior.
As provas objetivas, marcadas para o dia 7 de dezembro, serão realizadas nas seguintes cidades: Aracaju/SE, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Campo Grande/MS, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, João Pessoa/PB, Macaé/RJ, Maceió/AL, Manaus/AM, Mauá/SP, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santos/SP, São José dos Campos/SP, São Luís/MA, São Mateus/ES, São Mateus do Sul/PR, São Paulo/SP e Vitória/ES.
A validade inicial do processo seletivo será de seis meses, a contar da homologação do resultado final, podendo ser prorrogada uma única vez, pelo mesmo período.

Ford: Tecnologias de Segurança para o futuro

A participação da Ford no InteractIVe – projeto de pesquisa que tem como objetivo estimular o desenvolvimento de tecnologias de segurança para o futuro – começa a dar os primeiros resultados. Durante um evento na Bélgica, a montadora revelou duas novas tecnologias autônomas.
A primeira delas não se trata exatamente de algo inovador, mas sim de uma evolução do atual sistema "Active Park Assist", que auxilia o motorista na hora de estacionar. Ao contrário da tecnologia antiga, que ainda precisava do condutor para acelerar e frear, a versão mais sofisticada faz todo o trabalho sozinho.
Além da praticidade, o motorista também ganha em conforto, já que pode permanecer fora do carro e apertar um botão para que o carro saia da vaga sozinho, evitando aquele contorcionismo para entrar no carro em uma vaga apertada.
A outra novidade é o "Obstacle Avoidance", tecnologia anti-colisão que utiliza sensores e uma câmera para detectar obstáculos localizados até 200 metros a frente do veículo. Se o sistema identificar um objeto e fizer a leitura de que irá ocorrer uma colisão, um aviso sonoro ecoa na cabine.
Caso o alarme seja ignorado, o próprio sistema intervém desacelerando o carro ou contornando o objeto. Obviamente, a tecnologia também é capaz de detectar se não há nada nos pontos cegos do motorista ou ao lado do obstáculo.
Assista a tecnologia da empresa no vídeo (em inglês) abaixo:
Fonte: Marcelo Moura/ Car and Driver Brasil

Dispositivo Diferencial Residual



Conceito de aplicação

O elevado número de acidentes originados no sistema elétrico impõe novos métodos e dispositivos que permitem o uso seguro e adequado da eletricidade reduzindo o perigo às pessoas, além de perdas de energia e danos às instalações elétricas.
A destruição de equipamentos e incêndios é muitas vezes causada por correntes de fuga à terra em instalações mal executadas, subdimensionadas, com má conservação ou envelhecimento. As correntes de fuga provocam riscos às pessoas, aumento de consumo de energia, aquecimento indevido, destruição da isolação, podendo até ocasionar incêndios. 
Esses efeitos podem ser monitorados e interrompidos por meio de um Dispositivo DR, Módulo DR ou Disjuntor DR. Os Dispositivos DR (diferencial residual) protegem contra os efeitos nocivos das correntes de fuga à terra garantindo uma proteção eficaz tanto à vida dos usuários quanto aos equipamentos.
A relevância dessa proteção faz com que a Norma Brasileira de Instalações Elétricas – ABNT NBR 5410 (uso obrigatório em todo território nacional conforme lei 8078/90, art. 39 - VIII, art. 12, art. 14), defina claramente a proteção de pessoas contra os perigos dos choques elétricos que podem ser fatais, por meio do uso do Dispositivo DR de alta sensibilidade (= 30mA).

Conceito de atuação

As correntes de fuga que provocam riscos às pessoas são causadas por duas circunstâncias:
Contato direto

Contato indireto

Dispositivo DR
Falha de isolação ou remoção das partes isolantes, com toque acidental da pessoa em parte energizada (fase / terra-PE).                         
  

Através do contato da pessoa 
com a parte metálica (carcaça do aparelho), que estará energizada por falha de isolação, com interrupção ou inexistência do condutor de proteção (terra-PE).                 

Protege a pessoa dos efeitos das circunstâncias ao lado sendo que no caso do contato direto é a única forma de proteção.

Princípio de proteção das pessoas

Qualquer atividade biológica no corpo humano seja ela glandular, nervosa ou muscular é originada de impulsos de corrente elétrica.
Se a essa corrente fisiológica interna somar-se uma corrente de origem externa (corrente de fuga), devido a um contato elétrico, ocorrerá no organismo humano uma alteração das funções vitais, que, dependendo da duração e da intensidade da corrente, poderá provocar efeitos fisiológicos graves, irreversíveis ou até a morte da pessoa.

Gráfico com zonas tempo x corrente e os efeitos sobre as pessoas IEC 60479-1 (percurso mão esquerda ao pé)

Zonas      
Limites        
Efeitos fisiológicos
AC-1
 
Até 0,5 mA - Curva a           
Percepção possível, mas geralmente não causa reação.
AC-2
   
0,5 mA 
até curva b 
Provável percepção e contrações musculares involuntárias, porém sem causar efeitos fisiológicos. 
AC-3
  
    
   
   
A partir da 
curva b 
para cima
Fortes contrações musculares involuntárias, dificuldade respiratória e disfunções cardíacas reversíveis. Podem ocorrer imobilizações e os efeitos aumentam com o crescimento da corrente elétrica, normalmente os efeitos prejudiciais podem ser revertidos.
AC-4
  
  
  
 



  
Acima da 
curva c1 
  
c1-c2

   
c2-c3
  
Além da 
curva c3
Efeitos patológicos graves podem ocorrer inclusive paradas cardíacas, paradas respiratórias e queimaduras ou outros danos nas células. A probabilidade de fibrilação ventricular aumenta com a intensidade da corrente e do tempo.
  
AC-4.1 Probabilidade de fibrilação ventricular aumentada até aproximadamente 5%
   
AC-4.2 Probabilidade de fibrilação ventricular de aproximadamente 50%
  

AC-4.3 Probabilidade de fibrilação ventricular acima de 50%

Conceito de funcionamento

A somatória vetorial das correntes que passam pelos condutores ativos no núcleo toroidal é praticamente igual a zero (Lei de Kirchhoff). Existem correntes de fuga naturais não relevantes. Quando houver uma falha à terra (corrente de fuga) a somatória será diferente de zero, o que irá induzir no secundário uma corrente residual que provocará, por eletromagnetismo, o disparo do Dispositivo DR (desligamento do circuito), desde que a fuga atinja a zona de disparo do Dispositivo DR (conforme norma ABNT NBR NM 61008 o Dispositivo DR deve operar entre 50% e 100% da corrente nominal residual - IDn).












F1 – Dispositivo DR de proteção contra a correntes de fuga à terra
T – Transformador diferencial toroidal
L – Disparador eletromagnético
R – Carga
A – Fuga à terra por falha da isolação
j– Fluxo magnético da corrente residual
IF – Corrente secundária residual induzida

Vídeo aulas de Segurança do Trabalho

DVD HIGIENE E SEGURANÇA, QUALIDADE E QUALIDADE AMBIENTAL

TELECURSO 2000 PROFISSIONALIZANTE

QUINZE VÍDEO AULAS PARA ASSISTIR NO DVD PLAYER OU NO COMPUTADOR





  • Acidente Zero, prevenção Dez
  • O Ambiente é Tudo
  • Prevenir Acidentes
  • Incêndio é Fogo
  • Quem Ajuda, Amigo é
  • A Qualidade é Você
  • Vamos Arrumar a Casa
  • Um é Pouco, Dois é Bom
  • O que você tem com ISO
  • Ferramentas para a Qualidade
  • O Homem e o Meio Ambiente
  • Poluição da Água
  • O Lixo
  • Poluição do Ar
  • Qualidade de Vida

ENTREGA DO CURSO ATRAVÉS DOS CORREIOS APÓS A CONFIRMAÇÃO DO PAGAMENTO. 

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Seminário de Segurança do Trabalho


I SEMINÁRIO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
SÃO GONÇALO DOS CAMPOS - BA


TEMA:
Segurança do Trabalho no Decorrer do Tempo: Acidentes, Prevenção e Comportamento Humano. Qual o perfil ideal do Técnico de Segurança?




CONTATOS PARA INFORMAÇÃO:
(75) 8225 7003 / 9183 7533
Email: tecnicossmt@hotmail.com

 



Abordagem:

1. O Ritmo do Trabalho no decorrer da história
2. O surgimento da Segurança do Trabalho
3. Grandes Acidentes
4. Evolução da Segurança
5. Perfil do Técnico de Segurança do Trabalho
6. Visão Holística
7. Análise e Controle de Riscos
8. Técnica de Análise de Riscos
9.  Teoria das falhas
10. TAC – Termo de Ajuste de Conduta

Seminário com entrega de Certificados no fim do curso.
Vagas Limitadas (Turma de 50 alunos)

Valor: R$ 25,00
07/07/12 das 08h às 12h

Palestrantes:
Prof. Luiz Eduardo – Técnico de Segurança
Ana Caroline Caribé – Técnica de Segurança

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Os Dez Mandamentos de Segurança para o Ar Comprimido


1 Jamais permita que o jato de ar sob pressão incida sobre o seu corpo ou de outra pessoa. 


2 Antes de abrir qualquer válvula de ar comprimido, certifique-se que conexões, mangueiras e abraçadeiras estejam seguramente fixadas e que não haja risco de serem desconectadas durante a execução do trabalho. 


3 Sempre que ocorrer vazamentos de ar é sinal que algo está errado. Verifique e corrija, eliminando o vazamento. ATENÇÃO: se uma mangueira sob pressão desconectar-se, afaste-se imediatamente do raio de ação para não ser atingido. Se possível, corte a alimentação de ar deste ponto ou desligue o compressor. 


4 Nunca abra uma válvula ou registro de serviço rapidamente, sempre o faça devagar. Não esqueça que você estará liberando energia pneumática. 


5 Nunca utilize ar comprimido para soprar lascas de madeira, limalhas, poeiras, partículas, líquidos do chão, máquinas, peças e equipamentos. Caso esta operação seja necessária, utilize equipamentos de segurança adequados a cada situação. Sempre utilize um regulador de pressão e ensaie pressões de trabalho mais baixas (mantendo o nível de satisfação desejado). 


6 Tenha muito cuidado com as pessoas presentes e com as que transitam no local. O ar comprimido pode arremessar todos estes elementos contra partes frágeis do corpo, assim como colocar em suspensão poeiras, partículas e líquidos que inalados poderão causar sérios riscos à saúde. 


7 Nunca utilize o ar comprimido para limpeza de roupas ou limpar pó, sujeira do cabelo ou ainda qualquer parte do corpo. Partículas microscópicas podem penetrar em sua corrente sanguínea, o que pode ser mais grave se você tiver algum machucado. 


8 Utilize o ar comprimido sempre com muito cuidado e o mantenha longe de seus olhos, ouvidos, nariz e boca. Nunca dirija o jato de ar comprimido para sua direção ou na direção de outra pessoa. Lembre-se que o tímpano é uma membrana sensível e poderá se romper facilmente com a força do ar comprimido. 


9 Jamais utilize ar comprimido para respiração sem que esteja tratado com um sistema eficiente de filtros coalescentes, incluindo o filtro de carvão. Em caso de uso de ar comprimido para trabalhos no interior de ambientes confinados, tenha certeza de que o ar seja respirável. 


10 Nunca execute serviços em equipamentos pressurizados (compressores, reservatórios, ferramentas pneumáticas), exemplo: remover um bujão para completar o nível de óleo em um compressor, sem ter a certeza que o mesmo esteja totalmente despressurizado, poderá causar acidente grave ou até mesmo morte. 


Fonte: Ar Brasil Compressores (com adaptações).

Máquinas e Equipamentos - Segurança do Trabalho - Aula 01


  • Os Processos de Fabricação Metalúrgicos utilizam o Calor como fonte geradora de Energia Térmica, esta energia é processada nos fornos que utilizam diferentes tipos de combustível para gerar calor. Cada combustível vai apresentar uma diferente composição de reações termoquímicas durante a combustão. Portanto, é importante observar as condições de trabalho e conservação destes fornos, para que estes gases resultantes da combustão sejam corretamente direcionados através de chaminés devidamente dotadas de filtros de tratamento, visando amenizar a poluição causada por este processo. O contato constante com o calor resultante destes processos metalúrgicos, causa um desconforto térmico aos operadores, por isso deve-se observar os períodos de descanso e os limites de insalubridade.

  • Os Processos de fabricação que utilizam fornos industriais e alto fornos são aqueles que impõem ao material utilizado, uma condição em que este material apresentará uma variação no seu estado físico, permitindo assim, a adaptação deste a uma nova condição de trabalho ou mesmo uma nova forma estrutural. A fundição é o principal destes métodos, pois todos os aços e ligas de materiais ferrosos dependem desta transformação, quando o minério de ferro é aquecido a uma elevada temperatura (cerca de 2000ºC), chegando ao estado de calor latente, quando as estruturas moleculares dos metais sofrem modificação e permitem a construção de lingotes de aço ou ferro que serão processados e destinados à sua aplicação final. 
  • É neste estágio do processo que devemos monitorar a permanência do metalúrgico no local de trabalho, pois este tem contato direto com este calor e desconforto gerado pela energia térmica. Para comprendermos melhor esta questão, vamos a um breve relato sobre transferência de calor entre os corpos. O calor flui do corpo de maior temperatura para o corpo de menor temperatura buscando uma temperatura de equilíbrio. Existem três maneiras desta energia fluir entre os corpos: a condução térmica, comum aos corpos sólidos, método que atinge gradativamente o corpo humano. 
  • A convecção térmica, comum aos fluidos, apresenta deslocamento que pode causar desconforto térmico dependendo da sua intensidade. Vale observar que os fluidos se dividem em líquidos e gasosos, entre os fluidos gasosos estão os gases liberados proveniente das transformações gasosas que acontecem durante o aquecimento dos fornos para derreter o material. Por fim, temos a radiação térmica, processo de transferência de calor que tem na sua fonte principal o Sol, que irradia energia sem se importar com a presença de matéria. 
  • Podemos destacar também as irradiações iônicas e nucleares, que são também fontes de energia e podem ter seu efeito liberado se houver uma combinação de fatores de misturas químicas empregadas em diferentes processos metalúrgicos. Dentro desta condição é indispensável a utilização constante de Equipamentos de Proteção Individual adequados para suportar o calor sem prejudicar o operário de processos metalúrgicos que liberam calor com intensidade como nos fornos de fundição.
A seguir apresento-lhes a Norma Regulamentadora 14, que trata de fornos e suas aplicações:
  • NR 14 - Fornos (114.000-0) 14.1. Os fornos, para qualquer utilização, devem ser construídos solidamente, revestidos com material refratário, de forma que o calor radiante não ultrapasse os limites de tolerância estabelecidos pela Norma Regulamentadora - NR 15. (114.001-9 / I2) 
  • 14.2. Os fornos devem ser instalados em locais adequados, oferecendo o máximo de segurança e conforto aos trabalhadores. (114.002-7 / I3) 
  • 14.2.1. Os fornos devem ser instalados de forma a evitar acúmulo de gases nocivos e altas temperaturas em áreas vizinhas. (114.003-5 / I3) 
  • 14.2.2. As escadas e plataformas dos fornos devem ser feitas de modo a garantir aos trabalhadores a execução segura de suas tarefas. (114.004-3 / I2) 
  • 14.3. Os fornos que utilizarem combustíveis gasosos ou líquidos devem ter sistemas de proteção para: a) não ocorrer explosão por falha da chama de aquecimento ou no acionamento do queimador; (114.005-1 / I4) b) evitar retrocesso da chama. (114.006-0 / I4) 
  • 14.3.1. Os fornos devem ser dotados de chaminé, suficientemente dimensionada para a livre saída dos gases queimados, de acordo com normas técnicas oficiais sobre poluição do ar. (114.007-8 / I2)

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